Novo entendimento exige atuação mais rápida das empresas de tecnologia diante de fraudes, anúncios ilícitos e conteúdos que causam danos a usuários e marcas Credito: Freepik A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a responsabilização das plataformas digitais inaugura uma nova etapa na regulação da internet no Brasil e redefine o papel das empresas de tecnologia na prevenção e no combate a conteúdos ilícitos online. Considerada uma das mudanças mais relevantes desde a aprovação do Marco Civil da Internet, em 2014, a medida amplia as obrigações das plataformas e reforça a necessidade de respostas mais rápidas diante de conteúdos ilícitos que causam danos a usuários e empresas. Pela nova tese, as plataformas poderão ser responsabilizadas quando, após serem notificadas sobre conteúdos ilícitos, deixarem de agir para removê-los em prazo razoável. A lógica também se aplica a contas denunciadas como falsas ou inautênticas, frequentemente utilizadas em golpes e fraudes digitais...
Empresas usam inteligência artificial para melhorar segmentação, personalização e desempenho sem elevar investimento em mídia A inteligência artificial deixou de ocupar apenas apresentações futuristas e começou a ganhar espaço real nas operações de marketing do e-commerce brasileiro. Pressionadas pelo aumento do custo de aquisição, pela necessidade de eficiência e pela busca por maior previsibilidade, empresas passaram a usar IA para automatizar processos, interpretar dados e melhorar relacionamento com consumidores. Segundo levantamento da Nuvemshop, pequenas e médias empresas já começaram a incorporar inteligência artificial em áreas como conteúdo, CRM e atendimento. Ao mesmo tempo, especialistas alertam que parte do mercado ainda implementa tecnologia sem estrutura operacional adequada, o que limita resultados e aumenta ruídos internos. Para Melissa Pio, fundadora e CEO da TEC4U , o principal erro das empresas hoje é tratar IA como solução pronta. “O hype ...