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Mostrando postagens com o rótulo crise masculina

A mensagem que atravessa o oceano: Ana Poltera leva a valorização da vida de Portugal à Suíça

  Quando o autoconhecimento e a superação se transformam em propósito, a palavra ganha força para cruzar fronteiras e transformar realidades. É exatamente essa a missão que a empresária, escritora, palestrante e mentora Ana Poltera vem desempenhando na Europa. No último dia 14 de setembro, Ana participou do evento “Conexão Global Portugal” , realizado nas instalações da Jethro International, em Paço de Arcos (concelho de Oeiras). O encontro reuniu empresárias, empreendedoras e profissionais de diversas áreas em um ambiente voltado para o desenvolvimento interpessoal, a troca de experiências e a criação de novas pontes profissionais. A passagem por solo luso serviu como preparação para um passo ainda maior: nos próximos dias, Ana Poltera lidera em Lausanne, na Suíça — país onde reside —, a programação do “Conexão Global Suíça - Edição Setembro Amarelo: conectar é acolher” . Transformando dores em caminhos de cura Radicada no país helvético, Ana desenvolve um trabalho focado em fert...

Curso para “homens enfraquecidos” e a tática machista de transformar dominação em vitimização

  Dra. Celeste Leite dos Santos (MP-SP) e Dra. Luciana Inocêncio*   No centro de debates recentes, a proposta de um curso voltado a “homens enfraquecidos”, como “O Farol e a Forja", ministrado pelo ator global Juliano Cazarré e apresentada como resposta a uma suposta crise masculina contemporânea, revela, no fundo, operação discursiva já conhecida: converter privilégio em sofrimento e dominação em vulnerabilidade.   Sob aparência terapêutica e linguagem de acolhimento, este tipo de formulação desloca o foco da violência estrutural contra as mulheres para o desconforto subjetivo dos homens diante da perda de centralidade. Não se trata de negar o sofrimento psíquico masculino, mas de recusar que ele seja interpretado fora das relações históricas que organizam gênero, autoridade e controle. Celeste Leite   Num País em que os índices de feminicídio seguem alarmantes, falar em “homens fragilizados” como eixo principal de uma discussão soa menos como diagnóstico social e m...