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Mostrando postagens com o rótulo crianças

Você lidera pessoas… ou apenas cobra resultados?

  A verdade é que muitos dos desafios dentro das empresas não estão nos processos — estão nas emoções, nos conflitos e no comportamento das pessoas. E é aí que entra a psicanálise . 🧠 Entender o que não é dito 💬 Melhorar a comunicação 🔥 Reduzir conflitos 📈 Potencializar resultados Claudio Palermo e Angélica Palermo ajudam gestores, CEOs e líderes a desenvolverem uma liderança mais consciente, humana e estratégica. Porque liderar de verdade é compreender pessoas. 👉 Quer transformar sua equipe e seus resultados? Comece pelo entendimento. #Liderança #Psicanálise #GestãoDePessoas #InteligênciaEmocional #Empreendedorismo #AltaPerformance #Comunicação #LiderançaHumanizada #DesenvolvimentoPessoal #CEO #Gestão #Resultados

Falta de tratamento adequado para doença ultrarrara do fígado pode levar mais da metade das crianças ao transplante até os 10 anos de idade

  Colestase intra-hepática familiar progressiva (PFIC) causa coceira incapacitante e progressão silenciosa; ausência de protocolo de cuidado sobrecarrega famílias e o sistema de saúde. Canva ão Paulo, julho de 2026 – A infância de crianças diagnosticadas com colestase intra-hepática familiar progressiva (PFIC) é marcada por uma grave corrida contra o tempo, na qual mais da metade dos pacientes necessitam de transplante hepático até os 10 anos de idade, caso não tenham acesso aos cuidados adequados.  De origem genética, a doença é causada por mutações em genes que codificam proteínas transportadoras essenciais para a formação e o fluxo normal da bile no fígado. Quando essas proteínas são defeituosas, ocorre um acúmulo tóxico de ácidos biliares nos hepatócitos, desencadeando um processo inflamatório contínuo, fibrose progressiva, cirrose e, eventualmente, a insuficiência hepática. 1   Segundo Maria Tereza Galvão Guiotti, coordenadora e médica assistente da Equipe de Hepato...

Empresária da marca Dani Fernandes transforma experiência pessoal em iniciativa social com a criação do Instituto Paola

  Organização sem fins lucrativos oferece atendimento terapêutico gratuito e multidisciplinar a crianças com dificuldades no neurodesenvolvimento   O acesso a terapias especializadas ainda é uma realidade distante para muitas famílias brasileiras, especialmente fora dos grandes centros urbanos. Foi a partir de uma experiência pessoal que a empresária Daniele Fernandes decidiu transformar dor em propósito. Após o diagnóstico da filha com a síndrome rara de White-Sutton, Daniele passou a vivenciar de perto os desafios enfrentados por famílias que buscam acompanhamento especializado para crianças com dificuldades no neurodesenvolvimento.  A partir dessa realidade, nasceu o Instituto Paola, organização sem fins lucrativos, fundada em dezembro de 2025, em Itajobi (SP), por Daniele Fernandes e Júlio Cesar Pereira.   A instituição oferece atendimento terapêutico gratuito e especializado para crianças de 0 a 12 anos, especialmente famílias em situação de vulnerabilidade soci...

ECA Digital reacende debate sobre limites no ambiente online e impactos na saúde mental de crianças e adolescentes

  A recente discussão em torno do chamado ECA Digital trouxe novamente à tona um tema urgente: a forma como crianças e adolescentes estão inseridos no ambiente online e os impactos diretos dessa exposição no desenvolvimento emocional. Em um cenário de uso cada vez mais precoce e intenso de telas e redes sociais, cresce também a preocupação com os efeitos na saúde mental.   Para a Dra. Andrea Beltran, psicóloga, o debate vai além da regulamentação e passa, principalmente, pelo papel das famílias e responsáveis na mediação do uso da tecnologia. “Não se trata de demonizar o digital, mas de entender que crianças e adolescentes ainda estão em formação e precisam de orientação para lidar com o que consomem e compartilham. A ausência de limites e supervisão pode gerar ansiedade, comparação excessiva, baixa autoestima e até quadros mais graves”, explica.   De acordo com a especialista, a exposição constante nas redes sociais tem antecipado conflitos emocionais que antes surgiam e...

Como ensinar inclusão às nossas crianças: um aprendizado que começa em casa

  *Por Professor Sampaio   Ensinar inclusão é um dos maiores desafios — e também uma das maiores responsabilidades — das famílias na formação das novas gerações. A boa notícia é que esse aprendizado começa cedo, de forma simples, cotidiana e acessível a todos. “Meu filho é tão pequeno… será que ele já entende sobre inclusão?”. Essa é uma dúvida comum entre pais e responsáveis. A resposta, porém, é clara: sim, as crianças entendem, desde que o tema seja apresentado com afeto, respeito e, sobretudo, exemplo.   Vivemos em uma sociedade diversa, marcada por diferentes corpos, culturas, formas de comunicação, crenças e modos de existir. Apesar disso, ainda estamos aprendendo a conviver com essas diferenças de maneira genuinamente inclusiva. É por isso que a educação para a inclusão não pode ficar restrita à escola ou a datas comemorativas. Ela começa em casa, nas conversas do dia a dia e nas atitudes dos adultos.   Inclusão não é um conceito complexo, é uma prática diária...

Uso de inteligência artificial por menores acende alerta global

  Segundo especialista, só a educação tecnológica pode preparar crianças para lidar com IA de forma ética e segura   A investigação aberta pela Comissão Federal de Comércio (FTC), nos Estados Unidos, sobre o uso de chatbots de inteligência artificial por crianças e adolescentes levantou uma preocupação que extrapola fronteiras: quais os riscos reais de ferramentas tão sofisticadas quando utilizadas por menores de idade? Empresas como Google, Meta, OpenAI e xAI foram questionadas sobre as medidas adotadas para proteger esse público em ambientes virtuais.   Para Marco Giroto, especialista em educação tecnológica e fundador da SuperGeeks - Escola de I.A., Tecnologia e Competências do Futuro para todas as idades, esse debate precisa ir além das práticas das grandes empresas. “A discussão não pode ficar restrita às políticas de uso das plataformas. É preciso formar crianças e adolescentes capazes de compreender como essas tecnologias funcionam, quais os limites ético...

A proteção das crianças na Internet: indefinição jurídica que enfraquece a responsabilização e favorece a impunidade

  Paulo Serra* Nos últimos dias, um vídeo publicado pelo youtuber Felipe Bressanim Pereira, o Felca, acendeu um debate que não pode ser ignorado: até onde vai e como deve ocorrer a exposição de crianças nas redes sociais? A Internet é um espaço de oportunidades, mas, também, de ameaças. Quando envolve menores de idade, o perigo se multiplica: exploração sexual, aliciamento, bullying, uso indevido de imagem, entre outros crimes não menos graves. No caso levantado pelo influencer, a preocupação se amplia pela ligação com temas sensíveis, como pedofilia e difusão de conteúdo ilegal. Não de hoje, uma boa parte do que circula on-line fica numa espécie de “limbo jurídico”. Não está claro quem deve responder: o usuário que publicou, a plataforma que permitiu a circulação, ou ambos? Ao meu ver, tal indefinição enfraquece a responsabilização e favorece a impunidade. Afinal, o que é aceitável na rede? Precisamos falar em regulamentação, sim! Importante frisar que não se trata de censura, mas...

Por que o vídeo do Felca viralizou? Especialista explica como a “infância virou KPI” e a dopamina se tornou modelo de negócio na internet

  Um vídeo recente publicado pelo criador de conteúdo Felca no Instagram e outras plataformas tem repercutido de forma massiva, mas, segundo especialistas, o fenômeno vai muito além da habilidade do influenciador diante das câmeras. A gravação gerou milhões de visualizações e milhares de comentários, levantando reflexões sobre o modelo de consumo de conteúdo que domina a internet. Para o advogado e especialista em marketing digital Vitor Lanna, o viral não é fruto apenas do talento individual ou de uma produção caprichada, mas de um sistema que aprendeu a transformar atenção em moeda e infância em métrica. “A infância virou KPI. A dopamina virou modelo de negócio. O vídeo do Felca é relevante não só pelo que ele diz, mas porque expõe um problema maior: vivemos numa era em que crianças são usadas como isca para gerar cliques, e onde o conteúdo raso mantém as pessoas presas em um ciclo de distração constante”, explica Lanna. Segundo o especialista, o motivo para tamanha repercussão e...

A partir de qual idade meu filho deve ir ao dentista?

  Professor de Odontologia da UNG esclarece dúvidas e explica como tornar a visita ao especialista mais frequente Visitas ao dentista é um tema considerado um pouco polêmico entre a população. Existem pessoas que vão com frequência, outras têm medo de ir e tem até quem não vai de jeito algum. De acordo com o professor do curso de Odontologia da Universidade Guarulhos (UNG), Carlos Felipe Bonacina, o recomendado para todas as idades é ir, pelo menos, duas vezes ao ano, incluindo as crianças.  E quando o assunto são os pequenos, pais e responsáveis possuem dúvidas: quando levar a criança em sua primeira consulta ao dentista? Quando iniciar a higienização bucal? Isso é algo realmente necessário antes da fase da introdução alimentar? E a escovação? Será que está sendo feita de forma correta? De acordo com o dentista, existe uma idade ideal par...