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A mensagem que atravessa o oceano: Ana Poltera leva a valorização da vida de Portugal à Suíça

  Quando o autoconhecimento e a superação se transformam em propósito, a palavra ganha força para cruzar fronteiras e transformar realidades. É exatamente essa a missão que a empresária, escritora, palestrante e mentora Ana Poltera vem desempenhando na Europa. No último dia 14 de setembro, Ana participou do evento “Conexão Global Portugal” , realizado nas instalações da Jethro International, em Paço de Arcos (concelho de Oeiras). O encontro reuniu empresárias, empreendedoras e profissionais de diversas áreas em um ambiente voltado para o desenvolvimento interpessoal, a troca de experiências e a criação de novas pontes profissionais. A passagem por solo luso serviu como preparação para um passo ainda maior: nos próximos dias, Ana Poltera lidera em Lausanne, na Suíça — país onde reside —, a programação do “Conexão Global Suíça - Edição Setembro Amarelo: conectar é acolher” . Transformando dores em caminhos de cura Radicada no país helvético, Ana desenvolve um trabalho focado em fert...

Quando o trânsito revela a ausência de humanidade

  Por Adalgisa Lopes   O que mais me chocou no caso do empresário que matou o gari Laudemir de Souza Fernandes não foi apenas a brutalidade do crime, mas o que veio depois: ele simplesmente foi para a academia. Como se tivesse apenas discutido com alguém no trânsito, ou concluído um dia estressante no trabalho. Como se não tivesse ceifado uma vida.   Esse comportamento nos obriga a olhar além da superfície. Não estamos falando apenas de raiva no trânsito: estamos diante de algo muito mais perturbador.   Quando nascemos, somos movidos por impulsos primitivos. Uma criança pequena que quer um brinquedo simplesmente avança, morde, toma. É natural. Mas conforme crescemos, desenvolvemos o que chamamos de estruturas psíquicas que nos permitem viver em sociedade. Aprendemos a conter nossos impulsos, a considerar o outro, a sentir culpa quando machucamos alguém. No caso desse empresário, algo falhou gravemente nesse processo. Ele reagiu como aquela criança primitiva: queria p...