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Mostrando postagens com o rótulo falar é um ato político

Ser Host vai muito além de fazer perguntas - Por Claudio R.Palermo

Ser Host vai muito além de fazer perguntas.  É criar conexões, conduzir conversas e gerar experiências memoráveis.  Ao longo da minha trajetória no rádio, podcasts, eventos e apresentações corporativas, percebi que muitos profissionais possuem conhecimento, mas ainda encontram dificuldades para conduzir entrevistas com segurança, naturalidade e presença.  Por isso desenvolvi minha Mentoria para Hosts, um treinamento prático para quem deseja apresentar podcasts, eventos, lives, programas de rádio e entrevistas com mais confiança e profissionalismo.  Durante a mentoria, trabalhamos técnicas de postura, improviso, controle emocional, elaboração de perguntas, escuta ativa e estratégias para criar uma conexão genuína com convidados e audiência.  Um bom host não apenas conduz uma conversa. Ele transforma conteúdo em experiência. Se você deseja elevar seu nível de comunicação e se destacar como apresentador, estou pronto para ajudá-lo nessa jornada. 📲 Informações: (11...

Falar bem não é dom, é técnica, treino e consciência da mensagem

Eu falo sobre oratória , presença, clareza e como se comunicar com segurança em qualquer situação — seja no trabalho, nas redes sociais ou em público. Se você quer evoluir de verdade, conheça meu Curso de Oratória Online , disponível na Hotmart. Um conteúdo prático, direto e pensado para quem deseja se expressar melhor e conquistar mais resultados com a comunicação. 👉 Acesse aqui:  https://hotmart.com/pt-br/marketplace/produtos/hagsxd-falar-em-publico-wcu28/V98181143N #Oratória #ComunicaçãoEficaz #FalarEmPúblico #CursoDeOratória #DesenvolvimentoPessoal #ClaudioPalermo #Comunicação #ExpressãoVerbal #Hotmart https://go.hotmart.com/V98181143N

Mulheres que comunicam: quando falar também é um ato político

 Por Karoline Kantovick Durante muito tempo, o espaço da fala foi negado às mulheres.  Quando falavam demais, eram vistas como inconvenientes. Quando falavam pouco, como frágeis. Quando falavam com firmeza, como arrogantes. A comunicação feminina sempre foi atravessada por um paradoxo: é preciso ser ouvida sem parecer “intensa demais”. Eu cresci observando esse silêncio aprendido. Vinda de uma família simples, aprendi que “ser educada” era muitas vezes o mesmo que “falar baixo”. Mas foi justamente quando descobri o poder da palavra e o poder de contar histórias que entendi o quanto a comunicação podia ser uma ferramenta de libertação. Falar é existir. Ser ouvida é resistir. A comunicação como território de disputa. A comunicação não é neutra. Como nos lembra a teórica bell hooks, a linguagem é também um espaço de poder — ela pode oprimir, mas também pode libertar.  Quando as mulheres ocupam o microfone, o texto, o post, a câmera, elas não apenas se expressam: elas reescre...