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Mostrando postagens com o rótulo Gestão emocional

Você lidera pessoas… ou apenas cobra resultados?

  A verdade é que muitos dos desafios dentro das empresas não estão nos processos — estão nas emoções, nos conflitos e no comportamento das pessoas. E é aí que entra a psicanálise . 🧠 Entender o que não é dito 💬 Melhorar a comunicação 🔥 Reduzir conflitos 📈 Potencializar resultados Claudio Palermo e Angélica Palermo ajudam gestores, CEOs e líderes a desenvolverem uma liderança mais consciente, humana e estratégica. Porque liderar de verdade é compreender pessoas. 👉 Quer transformar sua equipe e seus resultados? Comece pelo entendimento. #Liderança #Psicanálise #GestãoDePessoas #InteligênciaEmocional #Empreendedorismo #AltaPerformance #Comunicação #LiderançaHumanizada #DesenvolvimentoPessoal #CEO #Gestão #Resultados

Gestão Emocional Corporativa: Por Que a Psicanálise É a Ferramenta Que Falta ao Seu Sucesso Profissional?

No ambiente de trabalho atual, fala-se constantemente sobre alta performance, resiliência, metas ousadas e soft skills . No entanto, há um elefante na sala que poucos coragem têm de encarar: o impacto direto do nosso mundo emocional no desempenho profissional. Claudio R.Palermo Prazos apertados, tomada de decisão sob pressão, conflitos de equipa e a constante busca por resultados geram um desgaste silencioso. Frequentemente, esse cenário culmina em quadros de ansiedade, burnout , estagnação na carreira ou numa sensação persistente de desconexão com o trabalho. A questão central é: como gerir as exigências do mercado sem sacrificar a saúde mental? É aqui que a psicanálise se revela uma ferramenta transformadora para o mundo corporativo. Para Lá da "Gestão de Sintomas": O Olhar Psicanalítico Muitas abordagens tradicionais focam-se em oferecer respostas rápidas para gerir o stress do dia a dia técnicas de respiração, agendas otimizadas ou frases de incentivo. Embora úteis, estas...

Opinião - Enquanto o Brasil briga e se distrai, as bets vencem

  Paulo Serra*   Há um efeito da polarização política que raramente é discutido, mas que, talvez, seja um dos mais perversos que existe quando é o futuro que está em jogo. Este resultado, afinal, nos impede de discutir os problemas que realmente estão interferindo na vida das pessoas - e, na maioria das vezes, com consequências catastróficas. Estou falando das apostas esportivas.   O tema ganhou força nos últimos meses, e, especialmente durante a Copa do Mundo, quando as transmissões dos jogos passaram a ser tomadas por propagandas de bets. Não se trata, tão somente, de uma discussão sobre publicidade, mas de um debate necessário e urgente.   Hoje, especialistas já alertam para o crescimento da dependência em plataformas de azar, especialmente entre jovens, idosos e pessoas de baixa renda. Levantamentos sinalizam que uma parcela significativa do endividamento dos brasileiros está relacionada às apostas. Estima-se que cerca de 57% das famílias que convivem com este ti...

Emagreceu e voltou a ganhar peso? Médico explica por que o efeito sanfona é tão comum

  Médico Dr. Vagner Chiapetti explica que recuperar os quilos perdidos após dietas restritivas é mais frequente do que parece e envolve alterações hormonais, emocionais e metabólicas Perder peso é um objetivo comum entre pessoas que buscam mais saúde, bem-estar e autoestima. Mas, para muitos, o maior desafio não está apenas em emagrecer, e sim em conseguir manter os resultados ao longo do tempo. O chamado “efeito sanfona”, caracterizado pela perda e recuperação repetida de peso, é uma situação frequente e pode ter relação com diferentes mecanismos do organismo e do comportamento alimentar. Segundo o médico endocrinologista e nutrólogo Dr. Vagner Chiapetti, o corpo humano possui mecanismos de defesa que dificultam a manutenção da perda de peso, especialmente após dietas muito restritivas. “Quando a pessoa emagrece rápido demais, o organismo entende aquilo como uma ameaça à sobrevivência. Então, ele reduz o gasto energético e aumenta sinais de fome, criando um ambiente favorável para...

Por que mulheres se sentem culpadas ao dizer “não”

  A juíza federal Alessandra Belfort, especialista em carreira, emoções e presença, explica como a educação emocional feminina impacta a culpa, a carreira e a dificuldade de estabelecer limites Dizer “não” ainda é um desafio emocional para muitas mulheres. Mesmo quando estão exaustas, sobrecarregadas ou diante de pedidos injustos, o sentimento de culpa costuma aparecer, como se estabelecer limites fosse sinônimo de egoísmo ou falha moral. Para a juíza federal Alessandra Belfort, especialista em carreira, emoções e presença, esse comportamento não é individual, mas estrutural. “A culpa feminina ao dizer ‘não’ é aprendida. Ela nasce de uma educação emocional que ensinou mulheres a agradar, cuidar e sustentar relações, muitas vezes às custas de si mesmas”, explica. A educação emocional feminina e a dificuldade de negar Desde cedo, muitas mulheres são estimuladas a serem compreensivas, disponíveis e conciliadoras. Em contrapartida, aprendem pouco sobre limites, assertividade e autodefe...

O ciclo da comparação social no fim do ano: como as redes sociais afetam a saúde emocional

  Especialista em gestão emocional e carreiras, Alessandra Belfort explica por que o fenômeno se repete todos os anos e se intensifica em dezembro Com a chegada do fim do ano, é comum que sentimentos de balanço e reflexão se intensifiquem. No entanto, esse período também traz um efeito colateral silencioso: o aumento da comparação social, impulsionado pelas redes sociais. Viagens perfeitas, corpos idealizados, conquistas profissionais e famílias aparentemente sempre felizes passam a dominar os feeds, alimentando a sensação de inadequação em quem observa essas imagens do outro lado da tela. Segundo a juíza federal e especialista em gestão emocional e carreiras, Alessandra Belfort, esse fenômeno se repete todos os anos e tende a se intensificar no mês de dezembro. “O fim do ano ativa um senso coletivo de prestação de contas. As pessoas passam a comparar o que viveram, conquistaram ou deixaram de conquistar com recortes idealizados da vida alheia, o que gera frustração e autocrítica e...