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Mostrando postagens com o rótulo Gestão emocional

Câmara aprova seis projetos e mantém o veto em faixa exclusiva para motociclista

  A Câmara de Guarulhos aprovou seis projetos em primeiro turno de votação, na sessão ordinária desta segunda-feira (15/06).  O Veto Total do prefeito Lucas Sanches sobre o PL 172/2024, que propunha a implantação da faixa azul exclusiva para motocicletas nas principais vias de circulação do Município, de autoria dos vereadores de Edmilson Souza (PSOL) e Carlos Veloso (Novo), foi mantido.   Os projetos aprovados, que ainda precisam passar por mais uma etapa de votação, são: PL 102/2026, que altera a composição do Conselho Municipal de Turismo de Guarulhos (Comtur), contido na Lei 7624/2018, e PL 134/2026, que revoga a Lei 7389/2015.  Tal norma dizia respeito a um terreno que seria usado pelo antigo SAAE, que foi vendido à Sabesp. Ambos de autoria da Prefeitura.   Também foram aprovados o Projeto de Emenda à Lei Orgânica 3/2024, alterando o parágrafo único do artigo 107.  A proposta, assinada por vários vereadores, aborda a licença para assuntos particul...

Emagreceu e voltou a ganhar peso? Médico explica por que o efeito sanfona é tão comum

  Médico Dr. Vagner Chiapetti explica que recuperar os quilos perdidos após dietas restritivas é mais frequente do que parece e envolve alterações hormonais, emocionais e metabólicas Perder peso é um objetivo comum entre pessoas que buscam mais saúde, bem-estar e autoestima. Mas, para muitos, o maior desafio não está apenas em emagrecer, e sim em conseguir manter os resultados ao longo do tempo. O chamado “efeito sanfona”, caracterizado pela perda e recuperação repetida de peso, é uma situação frequente e pode ter relação com diferentes mecanismos do organismo e do comportamento alimentar. Segundo o médico endocrinologista e nutrólogo Dr. Vagner Chiapetti, o corpo humano possui mecanismos de defesa que dificultam a manutenção da perda de peso, especialmente após dietas muito restritivas. “Quando a pessoa emagrece rápido demais, o organismo entende aquilo como uma ameaça à sobrevivência. Então, ele reduz o gasto energético e aumenta sinais de fome, criando um ambiente favorável para...

Por que mulheres se sentem culpadas ao dizer “não”

  A juíza federal Alessandra Belfort, especialista em carreira, emoções e presença, explica como a educação emocional feminina impacta a culpa, a carreira e a dificuldade de estabelecer limites Dizer “não” ainda é um desafio emocional para muitas mulheres. Mesmo quando estão exaustas, sobrecarregadas ou diante de pedidos injustos, o sentimento de culpa costuma aparecer, como se estabelecer limites fosse sinônimo de egoísmo ou falha moral. Para a juíza federal Alessandra Belfort, especialista em carreira, emoções e presença, esse comportamento não é individual, mas estrutural. “A culpa feminina ao dizer ‘não’ é aprendida. Ela nasce de uma educação emocional que ensinou mulheres a agradar, cuidar e sustentar relações, muitas vezes às custas de si mesmas”, explica. A educação emocional feminina e a dificuldade de negar Desde cedo, muitas mulheres são estimuladas a serem compreensivas, disponíveis e conciliadoras. Em contrapartida, aprendem pouco sobre limites, assertividade e autodefe...

O ciclo da comparação social no fim do ano: como as redes sociais afetam a saúde emocional

  Especialista em gestão emocional e carreiras, Alessandra Belfort explica por que o fenômeno se repete todos os anos e se intensifica em dezembro Com a chegada do fim do ano, é comum que sentimentos de balanço e reflexão se intensifiquem. No entanto, esse período também traz um efeito colateral silencioso: o aumento da comparação social, impulsionado pelas redes sociais. Viagens perfeitas, corpos idealizados, conquistas profissionais e famílias aparentemente sempre felizes passam a dominar os feeds, alimentando a sensação de inadequação em quem observa essas imagens do outro lado da tela. Segundo a juíza federal e especialista em gestão emocional e carreiras, Alessandra Belfort, esse fenômeno se repete todos os anos e tende a se intensificar no mês de dezembro. “O fim do ano ativa um senso coletivo de prestação de contas. As pessoas passam a comparar o que viveram, conquistaram ou deixaram de conquistar com recortes idealizados da vida alheia, o que gera frustração e autocrítica e...