Novo entendimento exige atuação mais rápida das empresas de tecnologia diante de fraudes, anúncios ilícitos e conteúdos que causam danos a usuários e marcas Credito: Freepik A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a responsabilização das plataformas digitais inaugura uma nova etapa na regulação da internet no Brasil e redefine o papel das empresas de tecnologia na prevenção e no combate a conteúdos ilícitos online. Considerada uma das mudanças mais relevantes desde a aprovação do Marco Civil da Internet, em 2014, a medida amplia as obrigações das plataformas e reforça a necessidade de respostas mais rápidas diante de conteúdos ilícitos que causam danos a usuários e empresas. Pela nova tese, as plataformas poderão ser responsabilizadas quando, após serem notificadas sobre conteúdos ilícitos, deixarem de agir para removê-los em prazo razoável. A lógica também se aplica a contas denunciadas como falsas ou inautênticas, frequentemente utilizadas em golpes e fraudes digitais...
Enquanto o torcedor acompanha a bola, existe um "segundo jogo" acontecendo em tempo real e ele pode ser o verdadeiro responsável pelo resultado final. Você costuma avaliar uma partida apenas pelo que vê? Ataques, erros, pontos decisivos… Mas e se a parte mais importante do jogo estiver acontecendo fora do seu campo de visão? A verdade é que, enquanto o torcedor acompanha a bola, existe uma camada estratégica invisível que pode mudar completamente o rumo da partida. É nesse cenário que entra o papel da comissão técnica. Segundo Paulo Coco, auxiliar-técnico da Seleção Brasileira Feminina de Vôlei, o jogo é dinâmico demais para depender apenas do planejamento inicial. “Durante a partida, você precisa ler o que está acontecendo o tempo todo e ajustar rapidamente”, explica. Na prática, isso significa decisões quase invisíveis para quem está assistindo, como mudar o posicionamento do bloqueio, ajustar a recepção, explorar fragilidades específicas do adversário ou a...