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Mostrando postagens com o rótulo reflexão

O que ler para crescer em 2027? Executivos compartilham suas indicações

  De ecossistemas de parceiros a finanças comportamentais, 15 lideranças indicam leituras que influenciam decisões reais de crescimento e posicionamento   2027 batendo na porta e é o período em que empresas revisam metas, ajustam estratégias e buscam alternativas para iniciar o ano com resultados melhores. Para executivos e empreendedores que precisam tomar decisões sobre crescimento, posicionamento, eficiência operacional ou gestão de equipes, a leitura certa pode antecipar erros e acelerar aprendizados.   Para esta lista, 15 lideranças de empresas com atuação em áreas como tecnologia, inovação, serviços e negócios B2B compartilham quais livros recomendam para quem quer crescer com mais clareza estratégica em 2027. As indicações vão de gestão de parcerias e posicionamento de produto a finanças comportamentais e cultura organizacional, temas recorrentes nas decisões do dia a dia.   10x é mais fácil que 2x Autor do livro “Crescimento Atômico”, em que reúne as seis for...

Enade das Licenciaturas: avaliação sim, alarmismo não

  Diretor da ABMES, Janguiê Diniz,  traz ponto de vista sobre avaliação sobre Enade das Licenciaturas   Mais uma vez, o Brasil se viu diante de uma onda de descrédito em relação à sua educação superior após a divulgação de indicadores nacionais. Desta vez, o foco recaiu sobre os cursos de formação de professores, as tradicionais licenciaturas. Em tom alarmista, foi destacado que 35% dos participantes do Enade das Licenciaturas não estariam aptos para lecionar. Em proporção bem menor apareceram análises ressaltando que 65% alcançaram níveis satisfatórios de proficiência.   Esse cenário repete o que ocorreu em janeiro, quando foram divulgados os resultados do Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed). Em ambos os casos, consolidou-se uma narrativa baseada em interpretações simplificadas de dados extremamente complexos, produzindo uma percepção de fracasso generalizado. Contudo, o problema está longe de ser tão grave quanto parte da opini...

A cidade que expulsa seus idosos expulsa a si mesma

  (*) André Naves   A cidade de São Paulo volta a revelar suas entranhas. Toda vez que um grupo de moradores decide quem pode, e quem não pode, existir no quarteirão ao lado, os preconceitos mais intestinos à sociedade aparecem. A pressão de moradores da Lapa para expulsar cerca de 40 casas de repouso para pessoas idosas é um desses episódios.   Na verdade, essa postura trágica de insensibilidade urbana é chaga de um país que teme a velhice e, diante dela, ergue muros invisíveis disfarçados de "zoneamento estritamente residencial".   Sejamos francos: o argumento do zoneamento é uma folha de parreira para encobrir um fenômeno antigo e recorrente - o NIMBY, Not In My Backyard (Não no meu jardim). Um NIMBY, que nasce do privilégio e cresce no preconceito estrutural: idosos, sim, desde que longe da minha calçada.   O Brasil envelhece em velocidade acelerada - o IBGE projeta que, em 2030, idosos representarão 18,6% da população brasileira, chegando a 25% em 2060 - e...

O fascínio por extraterrestres talvez não comece no céu mas dentro de nós! Por Claudio R.Palermo

Nas redes sociais é comum sempre aparecerem pessoas com seus vídeos "bombásticos" (só pra quem grava rs) sobre aliens e teorias da conspiração. Confesso que quando jovem cheguei a acreditar e até em roda de amigos e amigas falar sobre algumas teorias e sobre vida extraterrestre. Com o advento do meu autoconhecimento e da análise psicanalítica minha mente superou estas questões e passei a olhar mais para o interno que o lado externo. E é aí que quero chegar nobre leitor(a). Ao longo da história, o ser humano sempre olhou para o céu em busca de respostas e, talvez mais honestamente, em busca de sentido. As teorias conspiratórias sobre aliens não surgem apenas da curiosidade científica ou do fascínio pelo desconhecido.  Elas revelam algo mais profundo: um movimento psíquico que merece ser observado com atenção. Do ponto de vista da psicanálise, essas narrativas podem ser compreendidas como formações simbólicas. Ou seja, não importa apenas se são verdadeiras ou falsas o que real...