O medo nos relacionamentos é uma das dores mais profundas que carregamos, e quem já sentiu o peito apertar diante da ideia de se entregar sabe exatamente do que estou falando. Na ótica da psicanálise, esse medo raramente é sobre o presente ou sobre a pessoa que está do nosso lado hoje. Ele é, quase sempre, o eco de feridas antigas, de defesas que criamos na infância para nos proteger da rejeição, do abandono ou do excesso de controle. Amar exige vulnerabilidade, e para o nosso inconsciente, ser vulnerável é um perigo. Por isso, sem perceber, muitas vezes nos boicotamos: nos afastamos quando o outro se aproxima, arrumamos brigas por motivos banais ou escolhemos parceiros indisponíveis. É a nossa mente tentando nos poupar de uma dor que ela já conheceu lá atrás. O problema é que esse mecanismo de defesa, que um dia serviu para nos proteger, hoje nos isola e nos impede de viver conexões reais e maduras. É exatamente nesse ponto que o meu trabalho e o da terapeuta Angélica entra...
Jornalista Karoline Kantovick dá dicas de como planejar fazer o planejamento da imagem da sua marca para 2026
Mais do que metas e campanhas, a reputação se constrói com reflexão, coerência e propósito O fim do ano sempre traz aquele momento de balanço: resultados, números, metas alcançadas e novas promessas para o ciclo que começa. Mas quando falamos de imagem e reputação de marca, o planejamento vai além do cronograma de campanhas. Ele exige pausa, escuta e reflexão sobre o que realmente ficou na mente e no coração das pessoas. A pergunta mais importante talvez não seja “o que vamos comunicar em 2026?” , mas sim como fomos percebidos em 2025.Reputação se constrói todos os dias, com ações coerentes e narrativas consistentes. Antes de virar a página, vale olhar para trás e identificar o que foi reconhecido, lembrado e comentado sobre a marca tanto pelos clientes quanto pelos colaboradores e parceiros. Outro ponto essencial é entender se a comunicação realmente expressa os valores e o propósito da empresa. Hoje, as pessoas esperam mais do que campanhas bonitas: q...