Organização que atua há mais de três décadas no combate ao racismo contra mulheres e meninas negras, cis e trans, celebra seu aniversário personificando sua própria trajetória personificação de CRIOLA criada por IA Ela se chama CRIOLA. Nasceu em 1992 e completa 34 anos. Esse é o retrato de uma vida inteira construída a muitas mãos, cheia de conquistas. É essa mulher que CRIOLA, organização de mulheres negras, escolhe apresentar neste aniversário: uma síntese do que mulheres negras brasileiras vêm construindo, coletivamente, e do que a própria organização ajudou a construir. CRIOLA nasceu de um movimento. No ano de seu nascimento, mulheres negras do Brasil e da América Latina já se articulavam para colocar seus direitos na pauta pública, e o 25 de julho se tornava o Dia da Mulher Negra latino-americana e caribenha. Ainda criança, CRIOLA integrou a Articulação de Organizações de Mulheres Negras Brasileiras (AMNB), que levaria essa voz coletiva até a Conferência de Durban da ...
Histórias de transição de carreira refletem um movimento que acompanha a expansão e a profissionalização do setor Jennifer Sousa, corretora de imóveis na MRV São Paulo, 19 de agosto de 2026 – Uma conversa durante uma corrida de aplicativo levou Jennifer Sousa, de 37 anos, a mudar de carreira e ingressar no mercado imobiliário. A trajetória da ex-motorista ilustra um movimento que acompanha a expansão do setor: a corretagem tem atraído profissionais com experiências em áreas como transporte, comércio, serviços e setor financeiro, que levam para a atividade competências desenvolvidas ao longo de suas trajetórias. Para a MRV, esse movimento acompanha a evolução da corretagem, que passou a demandar um conjunto mais amplo de competências e um atendimento cada vez mais consultivo. "A corretagem evoluiu significativamente nos últimos anos. Hoje, além do conhecimento sobre o mercado imobiliário, a atividade exige capacidade de relacionamento, negociação e compreensão das n...