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Ela se chama CRIOLA, tem 34 anos, e é a prova de que mulheres negras organizadas podem mudar o Brasil

Organização que atua há mais de três décadas no combate ao racismo contra mulheres e meninas negras, cis e trans, celebra seu aniversário personificando sua própria trajetória personificação de CRIOLA criada por IA   Ela se chama CRIOLA. Nasceu em 1992 e completa 34 anos. Esse é o retrato de uma vida inteira construída a muitas mãos, cheia de conquistas. É essa mulher que CRIOLA, organização de mulheres negras, escolhe apresentar neste aniversário: uma síntese do que mulheres negras brasileiras vêm construindo, coletivamente, e do que a própria organização ajudou a construir.   CRIOLA nasceu de um movimento. No ano de seu nascimento, mulheres negras do Brasil e da América Latina já se articulavam para colocar seus direitos na pauta pública, e o 25 de julho se tornava o Dia da Mulher Negra latino-americana e caribenha. Ainda criança, CRIOLA integrou a Articulação de Organizações de Mulheres Negras Brasileiras (AMNB), que levaria essa voz coletiva até a Conferência de Durban da ...

“Sou uma imigrante muito privilegiada por trabalhar num jornal centenário como o Diário de Notícias”

 Em entrevista à nossa reportagem, à margem da cerimónia de entrega do Prémio “Aproxima Portugal-Brasil”, Amanda Lima, editora do Diário de Notícias Brasil (DN Brasil), confessou que a distinção na categoria “Comunicação Social” foi recebida com surpresa, mas também com grande satisfação. “Foi uma surpresa, na verdade, quando recebi o convite, mas obviamente fiquei muito feliz”, afirmou a jornalista, sublinhando que se considera “uma imigrante muito privilegiada” por poder trabalhar num jornal como o Diário de Notícias”, tradicional periódico português sediado em Lisboa. Segundo Amanda Lima, o reconhecimento assume um significado especial por estar associado ao trabalho desenvolvido junto da comunidade brasileira em Portugal. Durante um breve discurso, após receber a homenagem, Amanda defendeu o papel dos imigrantes na economia e no cotidiano português. A jornalista brasileira recordou ainda que, há quase dois anos, o Diário de Notícias passou a ter um espaço dedicado aos imigrante...

Incêndios: Preocupada com os familiares em Trancoso, luso-brasileira aciona governantes portugueses

 Juliana Martins, luso-brasileira ativa no movimento associativo português no Brasil, professora de Direito Ambiental e Advogada Ambientalista e Migratória.  Foto: Agência Incomparáveis O líder do Partido Socialista português, José Luís Carneiro, disse, em declarações aos jornalistas, em Paredes de Coura, estar solidário às populações afetadas pelos incêndios florestais que têm ocorrido em Portugal nos últimos dias. “Em primeiro lugar, uma palavra de solidariedade às populações que hoje viveram momentos dramáticos”, disse Carneiro, citando localidades como Oliveira do Hospital, Trancoso e Arganil. “Para todas essas populações uma palavra profunda de solidariedade e de apoio nestes momentos tão dramáticos.  Em segundo lugar, do meu ponto de vista, o governo está a cometer um erro em não declarar a situação de contingência.  Volto a repetir, e aquilo que eu tenho sentido, as informações que me têm transmitido, é a de que há falha de meios, há descoordenação de meios e ...