Organização que atua há mais de três décadas no combate ao racismo contra mulheres e meninas negras, cis e trans, celebra seu aniversário personificando sua própria trajetória personificação de CRIOLA criada por IA Ela se chama CRIOLA. Nasceu em 1992 e completa 34 anos. Esse é o retrato de uma vida inteira construída a muitas mãos, cheia de conquistas. É essa mulher que CRIOLA, organização de mulheres negras, escolhe apresentar neste aniversário: uma síntese do que mulheres negras brasileiras vêm construindo, coletivamente, e do que a própria organização ajudou a construir. CRIOLA nasceu de um movimento. No ano de seu nascimento, mulheres negras do Brasil e da América Latina já se articulavam para colocar seus direitos na pauta pública, e o 25 de julho se tornava o Dia da Mulher Negra latino-americana e caribenha. Ainda criança, CRIOLA integrou a Articulação de Organizações de Mulheres Negras Brasileiras (AMNB), que levaria essa voz coletiva até a Conferência de Durban da ...
Obstinados, quando o árbitro encerra uma final de Copa do Mundo, as câmeras imediatamente procuram um rosto que possa representar a dimensão daquela conquista. O capitão ergue a taça, o autor do gol decisivo é cercado pelos companheiros e o melhor jogador recebe os aplausos de um estádio que tenta transformar uma história coletiva em uma imagem simples, fácil de guardar na memória. É natural que seja assim. Toda grande narrativa parece precisar de um herói. Quando a Espanha conquista uma Copa do Mundo, muitos nomes surgem para ocupar esse lugar. Tem o destaque para enaltecer o talento dos jovens que simbolizam uma nova geração, quem exalte a segurança dos mais experientes e quem atribua ao treinador o mérito de ter organizado uma equipe capaz de chegar ao último jogo sem conhecer a derrota. Mas talvez a maior força dessa seleção esteja justamente na dificuldade de escolher apenas um protagonista. A Espanha não venceu porque um jogador decidiu todas as partidas sozinho, nem p...