Organização que atua há mais de três décadas no combate ao racismo contra mulheres e meninas negras, cis e trans, celebra seu aniversário personificando sua própria trajetória personificação de CRIOLA criada por IA Ela se chama CRIOLA. Nasceu em 1992 e completa 34 anos. Esse é o retrato de uma vida inteira construída a muitas mãos, cheia de conquistas. É essa mulher que CRIOLA, organização de mulheres negras, escolhe apresentar neste aniversário: uma síntese do que mulheres negras brasileiras vêm construindo, coletivamente, e do que a própria organização ajudou a construir. CRIOLA nasceu de um movimento. No ano de seu nascimento, mulheres negras do Brasil e da América Latina já se articulavam para colocar seus direitos na pauta pública, e o 25 de julho se tornava o Dia da Mulher Negra latino-americana e caribenha. Ainda criança, CRIOLA integrou a Articulação de Organizações de Mulheres Negras Brasileiras (AMNB), que levaria essa voz coletiva até a Conferência de Durban da ...
Francesa de apenas 19 anos superou a indonésia Janice Tjen na final na Quadra Central Maria Esther Bueno A jovem francesa Tiantsoa Rakotomanga Rajaonah é a campeã de simples da primeira edição do SP Open. Ela conquistou o maior título da carreira neste domingo, na Quadra Central Maria Esther Bueno, ao vencer a final contra a indonésia Janice Tjen, para erguer o troféu feito pelo joalheiro Ara Vartanian, inspirado no Marco Zero de São Paulo. Contra uma adversária que ainda não havia perdido sets no torneio, a francesa saiu vencedora por 2 sets a 0, com parciais de 6/3 e 6/4, em 1h26. Disputando apenas seu terceiro torneio de elite no tênis, Rakotomanga Rajaonah completou a ascensão com o primeiro troféu. Ela jogou a primeira rodada de Roland Garros como convidada da organização, chegou às quartas de final no WTA 250 de Rouen, na França, mas foi em São Paulo que chegou ao primeiro título neste nível. Após mostrar um belo tênis durante todo o torneio, na final deste domingo e...