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Mostrando postagens com o rótulo Comportamento

Por que mulheres se sentem culpadas ao dizer “não”

  A juíza federal Alessandra Belfort, especialista em carreira, emoções e presença, explica como a educação emocional feminina impacta a culpa, a carreira e a dificuldade de estabelecer limites Dizer “não” ainda é um desafio emocional para muitas mulheres. Mesmo quando estão exaustas, sobrecarregadas ou diante de pedidos injustos, o sentimento de culpa costuma aparecer, como se estabelecer limites fosse sinônimo de egoísmo ou falha moral. Para a juíza federal Alessandra Belfort, especialista em carreira, emoções e presença, esse comportamento não é individual, mas estrutural. “A culpa feminina ao dizer ‘não’ é aprendida. Ela nasce de uma educação emocional que ensinou mulheres a agradar, cuidar e sustentar relações, muitas vezes às custas de si mesmas”, explica. A educação emocional feminina e a dificuldade de negar Desde cedo, muitas mulheres são estimuladas a serem compreensivas, disponíveis e conciliadoras. Em contrapartida, aprendem pouco sobre limites, assertividade e autodefe...

ESTUDO APONTA SOBRECARGA MENTAL COMO FATOR DECISIVO PARA MUDANÇAS NO CONSUMO E NOS HÁBITOS SOCIAIS DOS BRASILEIROS

 Levantamento da BALT revela um novo padrão de comportamento marcado pela rejeição ao excesso, pela valorização do tempo e pela busca por silêncio, pausa e significado São Paulo, agosto de 2025 – Uma nova pesquisa da BALT Consultoria de Pesquisa e Estratégia revela que o sentimento de esgotamento coletivo está provocando uma reconfiguração no comportamento dos brasileiros. Realizado entre janeiro e março de 2025, o estudo “O Tempo das Coisas” mostra que 72% das pessoas sentem que o tempo está acelerado demais para dar conta de tudo, e reagem a isso reduzindo interações sociais, abandonando redes sociais, evitando locais movimentados e mudando seus padrões de consumo. O levantamento, de caráter qualitativo, ouviu mais de 100 pessoas entre 16 e 70 anos, de todas as regiões do país. Os dados mostram que 64% afirmam estar se afastando das redes sociais por exaustão, 58% evitam aglomerações mesmo após a pandemia, 55% reduziram compras por impulso e 47% buscam momentos de silêncio e isol...