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Mostrando postagens com o rótulo Comportamento

O que ler para crescer em 2027? Executivos compartilham suas indicações

  De ecossistemas de parceiros a finanças comportamentais, 15 lideranças indicam leituras que influenciam decisões reais de crescimento e posicionamento   2027 batendo na porta e é o período em que empresas revisam metas, ajustam estratégias e buscam alternativas para iniciar o ano com resultados melhores. Para executivos e empreendedores que precisam tomar decisões sobre crescimento, posicionamento, eficiência operacional ou gestão de equipes, a leitura certa pode antecipar erros e acelerar aprendizados.   Para esta lista, 15 lideranças de empresas com atuação em áreas como tecnologia, inovação, serviços e negócios B2B compartilham quais livros recomendam para quem quer crescer com mais clareza estratégica em 2027. As indicações vão de gestão de parcerias e posicionamento de produto a finanças comportamentais e cultura organizacional, temas recorrentes nas decisões do dia a dia.   10x é mais fácil que 2x Autor do livro “Crescimento Atômico”, em que reúne as seis for...

Marque agora sua conversa com a Angelica Damazio Palermo

As dificuldades de relacionamento fazem parte da experiência humana. Em diferentes momentos da vida, podemos nos sentir incompreendidos, sobrecarregados por conflitos ou incapazes de estabelecer conexões saudáveis e duradouras.  Diferenças de expectativas, falhas na comunicação, feridas emocionais do passado e a rotina intensa do dia a dia são alguns dos fatores que acabam enfraquecendo vínculos seja no casamento, na família, nas amizades ou no ambiente de trabalho.  Muitas vezes, o problema não está apenas na outra pessoa, mas na forma como interpretamos situações, reagimos às frustrações e lidamos com nossas próprias emoções. Quando essas dificuldades se acumulam, surgem sentimentos de distanciamento, mágoa e solidão, mesmo dentro de relacionamentos que antes eram cheios de afeto. Nesse contexto, a vivência conduzida por Claudio e Angélica Palermo surge como um espaço de reflexão, aprendizado e transformação. A partir de suas experiências e de uma abordagem voltada ao autoco...

Por que mulheres se sentem culpadas ao dizer “não”

  A juíza federal Alessandra Belfort, especialista em carreira, emoções e presença, explica como a educação emocional feminina impacta a culpa, a carreira e a dificuldade de estabelecer limites Dizer “não” ainda é um desafio emocional para muitas mulheres. Mesmo quando estão exaustas, sobrecarregadas ou diante de pedidos injustos, o sentimento de culpa costuma aparecer, como se estabelecer limites fosse sinônimo de egoísmo ou falha moral. Para a juíza federal Alessandra Belfort, especialista em carreira, emoções e presença, esse comportamento não é individual, mas estrutural. “A culpa feminina ao dizer ‘não’ é aprendida. Ela nasce de uma educação emocional que ensinou mulheres a agradar, cuidar e sustentar relações, muitas vezes às custas de si mesmas”, explica. A educação emocional feminina e a dificuldade de negar Desde cedo, muitas mulheres são estimuladas a serem compreensivas, disponíveis e conciliadoras. Em contrapartida, aprendem pouco sobre limites, assertividade e autodefe...

ESTUDO APONTA SOBRECARGA MENTAL COMO FATOR DECISIVO PARA MUDANÇAS NO CONSUMO E NOS HÁBITOS SOCIAIS DOS BRASILEIROS

 Levantamento da BALT revela um novo padrão de comportamento marcado pela rejeição ao excesso, pela valorização do tempo e pela busca por silêncio, pausa e significado São Paulo, agosto de 2025 – Uma nova pesquisa da BALT Consultoria de Pesquisa e Estratégia revela que o sentimento de esgotamento coletivo está provocando uma reconfiguração no comportamento dos brasileiros. Realizado entre janeiro e março de 2025, o estudo “O Tempo das Coisas” mostra que 72% das pessoas sentem que o tempo está acelerado demais para dar conta de tudo, e reagem a isso reduzindo interações sociais, abandonando redes sociais, evitando locais movimentados e mudando seus padrões de consumo. O levantamento, de caráter qualitativo, ouviu mais de 100 pessoas entre 16 e 70 anos, de todas as regiões do país. Os dados mostram que 64% afirmam estar se afastando das redes sociais por exaustão, 58% evitam aglomerações mesmo após a pandemia, 55% reduziram compras por impulso e 47% buscam momentos de silêncio e isol...