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Mostrando postagens com o rótulo Empresas lusófonas

Você lidera pessoas… ou apenas cobra resultados?

  A verdade é que muitos dos desafios dentro das empresas não estão nos processos — estão nas emoções, nos conflitos e no comportamento das pessoas. E é aí que entra a psicanálise . 🧠 Entender o que não é dito 💬 Melhorar a comunicação 🔥 Reduzir conflitos 📈 Potencializar resultados Claudio Palermo e Angélica Palermo ajudam gestores, CEOs e líderes a desenvolverem uma liderança mais consciente, humana e estratégica. Porque liderar de verdade é compreender pessoas. 👉 Quer transformar sua equipe e seus resultados? Comece pelo entendimento. #Liderança #Psicanálise #GestãoDePessoas #InteligênciaEmocional #Empreendedorismo #AltaPerformance #Comunicação #LiderançaHumanizada #DesenvolvimentoPessoal #CEO #Gestão #Resultados

IA Generativa: da novidade ao impacto real para as empresas brasileiras

  Por Otavio Argenton   Em menos de dois anos, a IA Generativa superou a febre inicial da curiosidade e passou a um ativo real para grande parte das empresas, com capacidade de otimizar a produtividade, gerar novos modelos de negócio e proporcionar experiências mais personalizadas para clientes e colaboradores. O ponto agora é como trabalhar a adoção deste modelo tecnológico alinhando governança e os objetivos a estratégias de negócio.   A recente pesquisa “ The state of AI in early 2024 ”, da McKinsey & Company, indica que 65% das organizações globais já utilizam ferramentas de IA generativa de forma regular, quase o dobro do registrado na pesquisa anterior. Também foi observado que, aproximadamente, 75% dos executivos esperam impacto significativo em seus setores. Esse crescimento evidencia, não só, que a curva de aprendizado é acelerada, mas deixa à mostra os riscos intrínsecos à pressa em implementar sem o devido cuidado com a governança e a integração estratégica...

“Gestão de pessoas é ativo estratégico nas empresas lusófonas”, defende Pedro Ramos

 As empresas em Portugal, Angola, Cabo Verde e Moçambique enfrentam um ciclo de transformação marcado por exigências crescentes de competitividade, retenção de talento e adaptação cultural. Neste cenário, dispor de equipas tecnicamente competentes deixou de ser suficiente.  O desafio central passou a ser o desenvolvimento de competências humanas sólidas, consistentes e replicáveis em toda a organização, capazes de sustentar resultados no médio e longo prazo. É nisto que Pedro Ramos, especialista português, acredita, razão pela qual defende a metodologia “Dale Carnegie” que, na sua opinião, “surge como um factor diferenciador para as empresas lusófonas”. “Com mais de um século de aplicação contínua e presença em dezenas de países, o modelo assenta numa abordagem estruturada e validada, orientada para a transformação de comportamentos no quotidiano das organizações, indo além de acções pontuais de motivação. O foco está na mudança prática, mensurável e sustentada, alinhada com o...