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Mostrando postagens com o rótulo Empresas lusófonas

Ela se chama CRIOLA, tem 34 anos, e é a prova de que mulheres negras organizadas podem mudar o Brasil

Organização que atua há mais de três décadas no combate ao racismo contra mulheres e meninas negras, cis e trans, celebra seu aniversário personificando sua própria trajetória personificação de CRIOLA criada por IA   Ela se chama CRIOLA. Nasceu em 1992 e completa 34 anos. Esse é o retrato de uma vida inteira construída a muitas mãos, cheia de conquistas. É essa mulher que CRIOLA, organização de mulheres negras, escolhe apresentar neste aniversário: uma síntese do que mulheres negras brasileiras vêm construindo, coletivamente, e do que a própria organização ajudou a construir.   CRIOLA nasceu de um movimento. No ano de seu nascimento, mulheres negras do Brasil e da América Latina já se articulavam para colocar seus direitos na pauta pública, e o 25 de julho se tornava o Dia da Mulher Negra latino-americana e caribenha. Ainda criança, CRIOLA integrou a Articulação de Organizações de Mulheres Negras Brasileiras (AMNB), que levaria essa voz coletiva até a Conferência de Durban da ...

IA Generativa: da novidade ao impacto real para as empresas brasileiras

  Por Otavio Argenton   Em menos de dois anos, a IA Generativa superou a febre inicial da curiosidade e passou a um ativo real para grande parte das empresas, com capacidade de otimizar a produtividade, gerar novos modelos de negócio e proporcionar experiências mais personalizadas para clientes e colaboradores. O ponto agora é como trabalhar a adoção deste modelo tecnológico alinhando governança e os objetivos a estratégias de negócio.   A recente pesquisa “ The state of AI in early 2024 ”, da McKinsey & Company, indica que 65% das organizações globais já utilizam ferramentas de IA generativa de forma regular, quase o dobro do registrado na pesquisa anterior. Também foi observado que, aproximadamente, 75% dos executivos esperam impacto significativo em seus setores. Esse crescimento evidencia, não só, que a curva de aprendizado é acelerada, mas deixa à mostra os riscos intrínsecos à pressa em implementar sem o devido cuidado com a governança e a integração estratégica...

“Gestão de pessoas é ativo estratégico nas empresas lusófonas”, defende Pedro Ramos

 As empresas em Portugal, Angola, Cabo Verde e Moçambique enfrentam um ciclo de transformação marcado por exigências crescentes de competitividade, retenção de talento e adaptação cultural. Neste cenário, dispor de equipas tecnicamente competentes deixou de ser suficiente.  O desafio central passou a ser o desenvolvimento de competências humanas sólidas, consistentes e replicáveis em toda a organização, capazes de sustentar resultados no médio e longo prazo. É nisto que Pedro Ramos, especialista português, acredita, razão pela qual defende a metodologia “Dale Carnegie” que, na sua opinião, “surge como um factor diferenciador para as empresas lusófonas”. “Com mais de um século de aplicação contínua e presença em dezenas de países, o modelo assenta numa abordagem estruturada e validada, orientada para a transformação de comportamentos no quotidiano das organizações, indo além de acções pontuais de motivação. O foco está na mudança prática, mensurável e sustentada, alinhada com o...