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Mostrando postagens com o rótulo crimes na internet

Com fortes críticas à Discord e ao TikTok, Frente Parlamentar Contra Crimes Digitais chega à Jaguariúna-SP para 5ª audiência pública

  Coordenado pelo deputado estadual Rafa Zimbaldi (Cidadania-SP), grupo apresentará a gestores municipais estratégias para a prevenção de violência virtual; encontro acontece nesta 5ª feira (30/10), às 18h, na Câmara Municipal   A Frente Parlamentar de Combate à Violência em Ambiente Digital contra Crianças e Adolescentes promove, nesta quinta-feira (30/10), em Jaguariúna-SP, a quinta audiência pública descentralizada sobre prevenção a crimes virtuais em plataformas como Discord e TikTok. Coordenado pelo deputado estadual Rafa Zimbaldi (Cidadania-SP), o encontro acontece a partir das 18h, na Câmara Municipal (rua Coronel Amâncio Bueno, 446 - Centro). Na oportunidade, o colegiado instituído em junho deste ano na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) vai compartilhar cinco passos de enfrentamento a delitos na Internet contra jovens e o público infantil.   A audiência pública de amanhã será a quinta realizada pela Frente Parlamentar neste ano e a segunda abri...

Uso de inteligência artificial por menores acende alerta global

  Segundo especialista, só a educação tecnológica pode preparar crianças para lidar com IA de forma ética e segura   A investigação aberta pela Comissão Federal de Comércio (FTC), nos Estados Unidos, sobre o uso de chatbots de inteligência artificial por crianças e adolescentes levantou uma preocupação que extrapola fronteiras: quais os riscos reais de ferramentas tão sofisticadas quando utilizadas por menores de idade? Empresas como Google, Meta, OpenAI e xAI foram questionadas sobre as medidas adotadas para proteger esse público em ambientes virtuais.   Para Marco Giroto, especialista em educação tecnológica e fundador da SuperGeeks - Escola de I.A., Tecnologia e Competências do Futuro para todas as idades, esse debate precisa ir além das práticas das grandes empresas. “A discussão não pode ficar restrita às políticas de uso das plataformas. É preciso formar crianças e adolescentes capazes de compreender como essas tecnologias funcionam, quais os limites ético...

A proteção das crianças na Internet: indefinição jurídica que enfraquece a responsabilização e favorece a impunidade

  Paulo Serra* Nos últimos dias, um vídeo publicado pelo youtuber Felipe Bressanim Pereira, o Felca, acendeu um debate que não pode ser ignorado: até onde vai e como deve ocorrer a exposição de crianças nas redes sociais? A Internet é um espaço de oportunidades, mas, também, de ameaças. Quando envolve menores de idade, o perigo se multiplica: exploração sexual, aliciamento, bullying, uso indevido de imagem, entre outros crimes não menos graves. No caso levantado pelo influencer, a preocupação se amplia pela ligação com temas sensíveis, como pedofilia e difusão de conteúdo ilegal. Não de hoje, uma boa parte do que circula on-line fica numa espécie de “limbo jurídico”. Não está claro quem deve responder: o usuário que publicou, a plataforma que permitiu a circulação, ou ambos? Ao meu ver, tal indefinição enfraquece a responsabilização e favorece a impunidade. Afinal, o que é aceitável na rede? Precisamos falar em regulamentação, sim! Importante frisar que não se trata de censura, mas...

Por que o vídeo do Felca viralizou? Especialista explica como a “infância virou KPI” e a dopamina se tornou modelo de negócio na internet

  Um vídeo recente publicado pelo criador de conteúdo Felca no Instagram e outras plataformas tem repercutido de forma massiva, mas, segundo especialistas, o fenômeno vai muito além da habilidade do influenciador diante das câmeras. A gravação gerou milhões de visualizações e milhares de comentários, levantando reflexões sobre o modelo de consumo de conteúdo que domina a internet. Para o advogado e especialista em marketing digital Vitor Lanna, o viral não é fruto apenas do talento individual ou de uma produção caprichada, mas de um sistema que aprendeu a transformar atenção em moeda e infância em métrica. “A infância virou KPI. A dopamina virou modelo de negócio. O vídeo do Felca é relevante não só pelo que ele diz, mas porque expõe um problema maior: vivemos numa era em que crianças são usadas como isca para gerar cliques, e onde o conteúdo raso mantém as pessoas presas em um ciclo de distração constante”, explica Lanna. Segundo o especialista, o motivo para tamanha repercussão e...