Novo entendimento exige atuação mais rápida das empresas de tecnologia diante de fraudes, anúncios ilícitos e conteúdos que causam danos a usuários e marcas Credito: Freepik A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a responsabilização das plataformas digitais inaugura uma nova etapa na regulação da internet no Brasil e redefine o papel das empresas de tecnologia na prevenção e no combate a conteúdos ilícitos online. Considerada uma das mudanças mais relevantes desde a aprovação do Marco Civil da Internet, em 2014, a medida amplia as obrigações das plataformas e reforça a necessidade de respostas mais rápidas diante de conteúdos ilícitos que causam danos a usuários e empresas. Pela nova tese, as plataformas poderão ser responsabilizadas quando, após serem notificadas sobre conteúdos ilícitos, deixarem de agir para removê-los em prazo razoável. A lógica também se aplica a contas denunciadas como falsas ou inautênticas, frequentemente utilizadas em golpes e fraudes digitais...
Especialista, Dr. Raphael Boesche Guimarães, explica por que esperar os sintomas passarem pode comprometer o tratamento e aumentar o risco de complicações As doenças cardiovasculares seguem como a principal causa de morte no Brasil e, dentro desse cenário, o Infarto Agudo do Miocárdio lidera os óbitos. Dados do Sistema Único de Saúde (SUS) e do Ministério da Saúde apontam que o país registra entre 300 mil e 400 mil casos de infarto por ano. A estimativa é que, a cada 5 a 7 casos, ocorra um óbito, reforçando a gravidade do quadro e a importância do atendimento rápido. Apesar disso, o maior desafio no tratamento ainda começa antes da chegada ao hospital: a demora na decisão de buscar ajuda. “O maior atraso no tratamento do infarto não está no hospital, mas na decisão do paciente de procurar atendimento. Muitas pessoas ainda esperam a dor passar ou tentam interpretar os sintomas, e isso pode comprometer completamente o desfecho”, explica o cardiologista Dr. Raphael Boesche Guimarães. Segu...