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Mostrando postagens com o rótulo Afonso Borges

A mensagem que atravessa o oceano: Ana Poltera leva a valorização da vida de Portugal à Suíça

  Quando o autoconhecimento e a superação se transformam em propósito, a palavra ganha força para cruzar fronteiras e transformar realidades. É exatamente essa a missão que a empresária, escritora, palestrante e mentora Ana Poltera vem desempenhando na Europa. No último dia 14 de setembro, Ana participou do evento “Conexão Global Portugal” , realizado nas instalações da Jethro International, em Paço de Arcos (concelho de Oeiras). O encontro reuniu empresárias, empreendedoras e profissionais de diversas áreas em um ambiente voltado para o desenvolvimento interpessoal, a troca de experiências e a criação de novas pontes profissionais. A passagem por solo luso serviu como preparação para um passo ainda maior: nos próximos dias, Ana Poltera lidera em Lausanne, na Suíça — país onde reside —, a programação do “Conexão Global Suíça - Edição Setembro Amarelo: conectar é acolher” . Transformando dores em caminhos de cura Radicada no país helvético, Ana desenvolve um trabalho focado em fert...

Lisboa: Autor brasileiro, Afonso Borges apresenta “Tardes Brancas” em abril

O escritor brasileiro Afonso Borges vai apresentar, no próximo dia 16 de abril, às 18h30, na Casa dos Bicos (Fundação José Saramago), em Lisboa, o seu mais recente livro “Tardes Brancas”, numa sessão promovida pela Editora Nós que contará com a participação dos escritores Rafael Gallo e João Gabriel de Lima, que conduzirão a apresentação em formato de conversa. O encontro integra-se na estratégia da Editora Nós de afirmar em Portugal autores relevantes da literatura contemporânea lusófona e de promover o diálogo entre diferentes espaços culturais da língua portuguesa. Publicado originalmente em 2024, “Tardes Brancas” reúne 26 contos e cinco poemas, explorando “as tensões fraturantes do quotidiano: os amores que se constroem e desfazem, os desencontros que orientam destinos, a violência discreta que se entranha nos dias, a memória que insiste em regressar e o espanto perante o inesperado”. A obra marca a afirmação de Borges enquanto ficcionista, depois de um percurso consolidado na prom...