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Mostrando postagens com o rótulo religiões

A mensagem que atravessa o oceano: Ana Poltera leva a valorização da vida de Portugal à Suíça

  Quando o autoconhecimento e a superação se transformam em propósito, a palavra ganha força para cruzar fronteiras e transformar realidades. É exatamente essa a missão que a empresária, escritora, palestrante e mentora Ana Poltera vem desempenhando na Europa. No último dia 14 de setembro, Ana participou do evento “Conexão Global Portugal” , realizado nas instalações da Jethro International, em Paço de Arcos (concelho de Oeiras). O encontro reuniu empresárias, empreendedoras e profissionais de diversas áreas em um ambiente voltado para o desenvolvimento interpessoal, a troca de experiências e a criação de novas pontes profissionais. A passagem por solo luso serviu como preparação para um passo ainda maior: nos próximos dias, Ana Poltera lidera em Lausanne, na Suíça — país onde reside —, a programação do “Conexão Global Suíça - Edição Setembro Amarelo: conectar é acolher” . Transformando dores em caminhos de cura Radicada no país helvético, Ana desenvolve um trabalho focado em fert...

Avanço da intolerância religiosa exige união das religiões de matriz africana e presença estratégica nos espaços públicos e políticos

 Por Claudio R.Palermo* Os casos de intolerância religiosa no Brasil não apenas crescem — eles se tornam cada vez mais violentos e estruturados. Dados do Ministério dos Direitos Humanos apontam que as denúncias de discriminação religiosa vêm subindo ano após ano, com as religiões de matriz africana concentrando a maior parte das vítimas. Terreiros incendiados, sacerdotes ameaçados, símbolos sagrados destruídos e ataques verbais se somam a um cenário que deixa claro: a liberdade religiosa segue em risco, apesar de ser um direito constitucionalmente assegurado. Diante desse quadro, é inevitável reconhecer que as tradições afro-brasileiras precisam fortalecer sua articulação interna e intensificar sua presença nos espaços de tomada de decisão. A união entre casas de axé não é apenas um gesto simbólico — é uma estratégia de sobrevivência e afirmação identitária. Quanto mais conectadas, organizadas e visíveis estiverem, maior será a capacidade de enfrentar discursos de ódio, mobilizar a...