Aprovado em Yale, estudante manauara cria instituto para revitalizar línguas indígenas e é destaque na COP30
Fundador do ISLA Amazônia, o jovem é um dos representantes da região na COP30, levando a pauta da sustentabilidade linguística ao debate climático global Dra. Noemia Ishikawa, pesquisadora de micologia do INPA; Juliano Dantas Portela; Cristina Quirino, tradutora de Tikuna e estudante no INPA e Dra. Ruby Isla Vargas, pesquisadora de micologia no INPA São Paulo, janeiro de 2026 - Aos 18 anos, o manauara Juliano Dantas Portela chegou a um patamar raro entre jovens brasileiros: foi aprovado em quatro das universidades mais prestigiadas dos Estados Unidos e transformou a conquista acadêmica em plataforma para um projeto pioneiro de preservação linguística na Amazônia. Agora, à frente do Instituto de Sustentabilidade Linguística da Amazônia (ISLA Amazônia) e participante da COP30, ele consolida uma trajetória que une tecnologia, pesquisa e compromisso cultural. Ex-aluno de destaque do Colégio Militar de Manaus, ele desenvolveu ainda no ensino médio o Linklado, tecla...