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Mostrando postagens com o rótulo Inteligencia artificial

Você lidera pessoas… ou apenas cobra resultados?

  A verdade é que muitos dos desafios dentro das empresas não estão nos processos — estão nas emoções, nos conflitos e no comportamento das pessoas. E é aí que entra a psicanálise . 🧠 Entender o que não é dito 💬 Melhorar a comunicação 🔥 Reduzir conflitos 📈 Potencializar resultados Claudio Palermo e Angélica Palermo ajudam gestores, CEOs e líderes a desenvolverem uma liderança mais consciente, humana e estratégica. Porque liderar de verdade é compreender pessoas. 👉 Quer transformar sua equipe e seus resultados? Comece pelo entendimento. #Liderança #Psicanálise #GestãoDePessoas #InteligênciaEmocional #Empreendedorismo #AltaPerformance #Comunicação #LiderançaHumanizada #DesenvolvimentoPessoal #CEO #Gestão #Resultados

IA Generativa: da novidade ao impacto real para as empresas brasileiras

  Por Otavio Argenton   Em menos de dois anos, a IA Generativa superou a febre inicial da curiosidade e passou a um ativo real para grande parte das empresas, com capacidade de otimizar a produtividade, gerar novos modelos de negócio e proporcionar experiências mais personalizadas para clientes e colaboradores. O ponto agora é como trabalhar a adoção deste modelo tecnológico alinhando governança e os objetivos a estratégias de negócio.   A recente pesquisa “ The state of AI in early 2024 ”, da McKinsey & Company, indica que 65% das organizações globais já utilizam ferramentas de IA generativa de forma regular, quase o dobro do registrado na pesquisa anterior. Também foi observado que, aproximadamente, 75% dos executivos esperam impacto significativo em seus setores. Esse crescimento evidencia, não só, que a curva de aprendizado é acelerada, mas deixa à mostra os riscos intrínsecos à pressa em implementar sem o devido cuidado com a governança e a integração estratégica...

Eleições 2026: regras do TSE sobre IA impactam as campanhas de 2026

  Resolução em vigor permite ao tribunal punir manipulação digital e amplia vigilância sobre campanhas e redes sociais Enquanto a regulamentação geral da inteligência artificial segue represada no Congresso Nacional, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) assume o protagonismo ao fechar o cerco jurídico sobre o uso da tecnologia nas eleições de 2026. Amparada pela Resolução nº 23.732, em vigor desde 2024, a Justiça Eleitoral já dispõe de instrumentos normativos para banir deepfakes, exigir a identificação de materiais sintéticos e enquadrar estratégias digitais de partidos e candidatos. De acordo com Renato Opice Blum, advogado, economista e professor de direito digital na ESPM, FAAP e Insper, as diretrizes do tribunal suprem uma lacuna crucial deixada pela lentidão do Legislativo na votação do Marco Legal da IA (PL 2338/2023). “O TSE exerce o poder de polícia, o que permite regulamentar e fiscalizar condutas no processo eleitoral de forma ágil. Na prática, mesmo com a tramitação da l...

O comércio agêntico será decidido na camada de pagamento

  *Por Alexandre Caramaschi, cofundador da plataforma Naia e especialista em IA e GEO (Generative Engine Optimization) A inteligência artificial já consegue pesquisar produtos, comparar opções e recomendar a melhor compra. Agora, ela começa a dar um passo além: comprar. Em pouco tempo, será comum pedir a um agente de IA que adquira um software, renove uma assinatura ou reponha o estoque de uma empresa. A experiência de compra deixará de passar pelo checkout tradicional. Em vez de preencher formulários e digitar dados do cartão, o usuário apenas definirá o objetivo: "compre até R$ 600 e entregue até sexta-feira". Assim, o agente fará o restante. Mas existe uma pergunta muito mais importante do que a tecnologia capaz de realizar essa tarefa: quem autorizou essa compra? E é justamente nessa resposta que está o futuro do comércio agêntico. A maior transformação não acontecerá nos modelos de linguagem nem nas interfaces de IA, mas, sim, na infraestrutura que garante que um agente ...

A IA pode nos levar para uma "Alice no País das Maravilhas"?

  Por Giovanni La Porta, CEO da vortice.ai Imagem Ilustrativa. (Crédito: Divulgação) A possibilidade de criar ou falsear imagens, sons e vídeos utilizando Inteligência Artificial não é mais ficção científica. Hoje, diferentes técnicas permitem gerar ou manipular conteúdos digitais com um nível de realismo impressionante. Embora isso abra oportunidades criativas importantes, também levanta discussões sérias sobre uso indevido da tecnologia.   Uma das técnicas mais conhecidas é o deepfake ou modelos generativos mais recentes. Nesses sistemas, uma rede neural aprende a reproduzir o rosto de uma pessoa analisando milhares de imagens ou vídeos dela. Depois disso, o modelo consegue sobrepor esse rosto em outro vídeo, sincronizando expressões faciais e movimentos labiais. É assim que se produzem vídeos aparentemente reais de alguém dizendo algo que nunca disse.   Outra técnica comum é a síntese de voz por IA. Modelos de voice cloning conseguem aprender o timbre, ritmo e entonaçã...

Candidatos inserem comandos ocultos e palavras-chave invisíveis nos currículos para enganar a inteligência artificial do recrutamento

  Fenômeno global chega com força ao Brasil e coloca empresas em alerta: quanto mais sofisticada a triagem automatizada, mais criativas ficam as tentativas de burlar o sistema, aponta a Heach Recursos Humanos Foto: banco de imagem ão Paulo, julho de 2026 - Uma corrida armamentista silenciosa tomou conta do mercado de trabalho. De um lado, empresas adotam sistemas de inteligência artificial para triar currículos em segundos e filtrar, entre centenas ou milhares de candidatos, aqueles com maior compatibilidade com cada vaga. Do outro, candidatos descobriram que, antes de convencer um recrutador, precisam convencer o algoritmo, e estão se especializando nisso.   Segundo o Fórum Econômico Mundial, 90% dos empregadores já utilizam IA para filtrar e classificar currículos. Nesse contexto, surgiram estratégias cada vez mais sofisticadas para furar os filtros.  A prática mais recente inclui a inserção de comandos ocultos nos próprios currículos para manipular os algoritmos de tri...

Na Copa de 2026, inteligência artificial entra definitivamente em campo

  Novos recursos usados nos jogos, revelam como a tecnologia está transformando a experiência dentro e fora dos estádios A Copa do Mundo de 2026 não ficará marcada apenas pela participação inédita de 48 seleções. O torneio também consolidou a inteligência artificial como protagonista dentro e fora dos gramados, com recursos que ampliam a precisão das decisões, aumentam a transparência das arbitragens e melhoram a experiência do público. Entre as novidades estão o impedimento semiautomatizado, que envia alertas aos assistentes em lances claros, os avatares tridimensionais criados a partir do escaneamento dos atletas para facilitar a análise das jogadas, as câmeras corporais dos árbitros, a bola equipada com sensores que registram centenas de movimentos por segundo e uma plataforma de inteligência artificial disponibilizada às 48 seleções para análises táticas. Para Roberto Medeiros, CEO da EPI-USE Brasil, consultoria especializada em soluções tecnológicas, a competição simboliza uma...

Por que o investimento em IA (ainda) não gerou ganho de produtividade?

  Apesar de US$ 1,6 tri aportados em IA desde 2022, o ganho de produtividade agregada medido é de 1,3%. O motivo é um padrão já conhecido.       POR LUCAS REIS   Em 1987, Robert Solow resumiu numa frase a frustração de uma década inteira: víamos a era dos computadores em toda parte, menos nas estatísticas de produtividade. Em outras palavras, o investimento em computação não tornou as empresas mais produtivas por décadas. O que ficou conhecido como "o paradoxo de Solow" também aconteceu anteriormente com a eletrificação, e posteriormente com a internet.     É um padrão. Tecnologias de propósito geral entregam seu impacto com atraso, porque ele depende menos do que a máquina faz, e mais do ritmo com que a sociedade consegue se reorganizar. Isso está acontecendo, neste momento, com a inteligência artificial. A IA generativa é a tecnologia de propósito geral de maior impacto sobre o trabalho de conhecimento — publicidade, direito, contabilid...

IA e publicidade: saiba como a automação promete transformar o mercado publicitário, após receitas de US$ 1,1 trilhão

  Relatório inédito “Panorama de Agentic Advertising” (2026) da Zygon Ventures, braço da Zygon AdTech, aponta que a inteligência artificial agêntica deve transformar a indústria publicitária, embasada em duas novas teses de negócios.   Uma nova forma de pensar em startups ganhou protagonismo no Brasil. Aquecendo o setor de ‘tecnologias emergentes aplicadas à publicidade’ , a Zygon AdTech acaba de anunciar seu braço de Venture, com foco setorial e tese centrada na adoção de Agentic AI na publicidade.   O modelo inovador foca em movimentos concentrados e especializados em meio ao ecossistema de mais de 20 mil startups ativas no país. Saindo do molde mais comum, a proposta é criar uma “ venture setorial” para criar ou investir em startups com soluções inovadoras para o mercado publicitário.   Acelerando o mercado de AdTech brasileiro, o anúncio integra as ações de ‘10 anos da Zygon’, enquanto referência em “mídia programática e marketing digital” orient...

Bow-e avança no uso de IA e projeta economia anual superior a R$ 1,5 milhão

Empresa utiliza agentes autônomos para automatizar vendas, monitoramento operacional e análise de performance Ciro Neto, CEO da Bow-e   A inteligência artificial e a automação vêm redefinindo a operação de diversas empresas, transformando atividades antes manuais em processos orientados por dados, análise preditiva e tomada de decisão em tempo real. Na Bow-e, empresa do Grupo Bolt especializada em geração distribuída e mercado livre de energia, a tecnologia passou a ocupar um papel central na estrutura operacional da companhia, com aplicações que vão da análise de pipeline comercial ao monitoramento operacional, treinamento de equipes e automação de processos estratégicos.   O movimento ocorre em um momento de forte transformação do mercado de energia. Segundo a Agência Internacional de Energia (IEA), o consumo global de eletricidade deve crescer cerca de 75% até 2050, pressionando empresas e governos a ampliarem eficiência operacional e capacidade analítica. No Brasil, esse c...

IA ganha espaço no marketing e aumenta eficiência operacional no e-commerce

  Empresas usam inteligência artificial para melhorar segmentação, personalização e desempenho sem elevar investimento em mídia A inteligência artificial deixou de ocupar apenas apresentações futuristas e começou a ganhar espaço real nas operações de marketing do e-commerce brasileiro. Pressionadas pelo aumento do custo de aquisição, pela necessidade de eficiência e pela busca por maior previsibilidade, empresas passaram a usar IA para automatizar processos, interpretar dados e melhorar relacionamento com consumidores.   Segundo levantamento da Nuvemshop, pequenas e médias empresas já começaram a incorporar inteligência artificial em áreas como conteúdo, CRM e atendimento. Ao mesmo tempo, especialistas alertam que parte do mercado ainda implementa tecnologia sem estrutura operacional adequada, o que limita resultados e aumenta ruídos internos.   Para Melissa Pio, fundadora e CEO da TEC4U , o principal erro das empresas hoje é tratar IA como solução pronta.   “O hype ...

Semana do meio ambiente: IA e produção sob demanda ganham espaço na moda para reduzir desperdícios

  Produção sob demanda e inteligência preditiva avançam como alternativas para tornar a indústria mais eficiente, reduzindo perdas e excessos na produção   Crédito: Fernando César Em um momento em que a indústria da moda é cada vez mais pressionada a rever seus impactos ambientais e seus modelos produtivos, ganham destaque empresas que há anos vêm apostando em modelos mais eficientes para enfrentar desafios históricos do setor, como excesso de produção, descarte de peças e ineficiências logísticas.  A combinação entre tecnologia, eficiência operacional e práticas mais sustentáveis tem se consolidado como um caminho para reduzir desperdícios, aumentar a rentabilidade e construir operações mais alinhadas ao consumo real. Nesse contexto, modelos produtivos mais enxutos, com menor dependência de estoque e maior previsibilidade de demanda ganham relevância ao demonstrar que crescimento e responsabilidade podem caminhar juntos.   Antes mesmo de a discussão ganhar protagoni...