Pular para o conteúdo principal

Postagens

Mostrando postagens com o rótulo feminicidio

O que ler para crescer em 2027? Executivos compartilham suas indicações

  De ecossistemas de parceiros a finanças comportamentais, 15 lideranças indicam leituras que influenciam decisões reais de crescimento e posicionamento   2027 batendo na porta e é o período em que empresas revisam metas, ajustam estratégias e buscam alternativas para iniciar o ano com resultados melhores. Para executivos e empreendedores que precisam tomar decisões sobre crescimento, posicionamento, eficiência operacional ou gestão de equipes, a leitura certa pode antecipar erros e acelerar aprendizados.   Para esta lista, 15 lideranças de empresas com atuação em áreas como tecnologia, inovação, serviços e negócios B2B compartilham quais livros recomendam para quem quer crescer com mais clareza estratégica em 2027. As indicações vão de gestão de parcerias e posicionamento de produto a finanças comportamentais e cultura organizacional, temas recorrentes nas decisões do dia a dia.   10x é mais fácil que 2x Autor do livro “Crescimento Atômico”, em que reúne as seis for...

Banco Vermelho Gigante é instalado no Internacional Shopping Guarulhos como símbolo de combate ao feminicídio

Mobiliário permanecerá no centro comercial até 14 de setembro     A Universidade Guarulhos (UNG), em parceria com o Instituto Banco Vermelho (IBV) e o Instituto Êxito de Empreendedorismo, leva nesta quarta-feira (2), o “Banco Gigante” para o Internacional Shopping Guarulhos. A instalação não é apenas um monumento visual, mas um marco estratégico que integra as ações de enfrentamento à violência de gênero e ao feminicídio, promovendo reflexão, informação e acolhimento direto à população em um ponto de grande circulação,  onde o banco permanecerá até dia 14 de setembro.  A proposta da iniciativa consiste na instalação de um banco em escala gigante, pintado na cor vermelha para simbolizar o sangue das vítimas e a urgência de romper o silêncio diante da violência. Ao sentar no banco, a pessoa é convidada a refletir, informar-se sobre canais de denúncia e engajar-se com a causa, reforçando a importância da participação de toda a sociedade na construção de uma cultura...

Pró-Vítima pede à PGR federalização do caso Mariana Ferrer antes de nova audiência em SC

  Ao reconhecer violações contra a jovem e anular, em junho, absolvição do acusado por estupro, STF decidiu pela reabertura do processo em 1ª instância; Instituto defende Incidente de Deslocamento de Competência (IDC), da esfera estadual para a federal, a fim de evitar nova revitimização e constrangimentos à vítima   O Instituto Brasileiro de Atenção e Proteção Integral a Vítimas (Pró-Vítima) protocolou uma representação na Procuradoria-Geral da República (PGR) pela federalização do caso Mariana Ferrer. Em recente decisão, o Supremo Tribunal Federal (STF) anulou a absolvição do acusado de estupro da jovem e determinou a reabertura do processo em primeira instância (Santa Catarina). O Pró-Vítima defende a transferência da ação da esfera estadual para a competência federal, a fim de evitar revitimização e novos constrangimentos à Mariana.   Vítima de violência sexual em 2018, em Florianópolis-SC, segundo o Ministério Público (MP), Mariana foi submetida à tortura psicológica...

Violência contra a mulher também é assunto de homem

  Fundador e Presidente do Conselho de Administração do grupo Ser Educacional, Janguiê Diniz diz que quando não se confronta o desrespeito, acaba-se contribuindo para que ele continue a existir    Os casos recentes de violência e abusos contra mulheres e meninas no Brasil voltaram a escancarar uma realidade que, infelizmente, ainda insiste em se repetir. Notícias de feminicídios, agressões domésticas, estupros e diferentes formas de violência de gênero surgem com frequência alarmante, lembrando-nos de que o problema está longe de ser resolvido. No entanto, há um ponto que precisa ser cada vez mais enfatizado nesse debate: combater a violência contra a mulher também é responsabilidade dos homens.     Durante muito tempo, esse tema foi tratado como uma pauta tida como feminina. As mulheres, com razão, lideraram movimentos de denúncia, conscientização e transformação social. Mas a violência de gênero não pode ser combatida apenas por quem s...

Delegada que mantém feminicídios zerados em Arujá-SP há 4 anos recebe “Prêmio São Paulo” nesta 6ª feira

Também responsável pela Delegacia de Santa Isabel-SP, Regina Campanelli será homenageada às 18h, no Japan Tower, na capital; profissional é pós-graduada em Direito Processual Civil Público e especialista em Combate ao Tráfico Internacional de Drogas, em Direito Penal, em Escuta Especializada de Crianças e Adolescentes, e em Atendimento a Mulheres Vítimas de Violência Doméstica A delegada de Polícia Regina Campanelli, que, desde 2023, comanda a Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Arujá-SP e a Delegacia de Área de Santa Isabel-SP, receberá o “Prêmio São Paulo” na noite desta sexta-feira (6/2), na capital paulista. Natural da periferia da zona leste paulistana, a profissional, de 42 anos, será reconhecida pela prestação de relevantes serviços na proteção e no acolhimento a vítimas de violência doméstica e pelo fato de Arujá manter há mais de 4 anos índice zero de feminicídio. Idealizado pelo produtor Daniel Steve, a 7ª edição do “Prêmio São Paulo” prestará homenagem a 40 personalidades...

Órfãos do Feminicídio: a necessidade do Estatuto da Vítima no Brasil e de acolhimento às famílias enlutadas

  Dra. Celeste Leite dos Santos* Em alta no Brasil, lamentavelmente, com direito a casos repugnantes reportados pela Imprensa todos os dias, o feminicídio é tipificado como crime hediondo. Caracteriza-se pelo assassinato de mulheres em razão do gênero – por violência doméstica e familiar, menosprezo ou discriminação. Tem pena mínima de 20 anos de reclusão e máxima de 40, com agravantes que elevam ainda mais o rigor. Como promotora de Justiça do Ministério Público de São Paulo (MP-SP), lido, cotidianamente, com a dor e a devastação causadas por esse tipo de delito. Crianças e jovens que perdem suas mães, muitas vezes, pelas mãos cruéis de seus próprios pais, experimentam, com a orfandade, trauma profundo, luto complexo e uma desestruturação familiar que impacta, para sempre, o desenvolvimento físico, psicológico e social. Não raramente, precisam de suporte especializado em Saúde Mental e Educação. Para as famílias enlutadas, os abalos emocionais são severos, acrescidos do estigma do...