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O que ler para crescer em 2027? Executivos compartilham suas indicações

  De ecossistemas de parceiros a finanças comportamentais, 15 lideranças indicam leituras que influenciam decisões reais de crescimento e posicionamento   2027 batendo na porta e é o período em que empresas revisam metas, ajustam estratégias e buscam alternativas para iniciar o ano com resultados melhores. Para executivos e empreendedores que precisam tomar decisões sobre crescimento, posicionamento, eficiência operacional ou gestão de equipes, a leitura certa pode antecipar erros e acelerar aprendizados.   Para esta lista, 15 lideranças de empresas com atuação em áreas como tecnologia, inovação, serviços e negócios B2B compartilham quais livros recomendam para quem quer crescer com mais clareza estratégica em 2027. As indicações vão de gestão de parcerias e posicionamento de produto a finanças comportamentais e cultura organizacional, temas recorrentes nas decisões do dia a dia.   10x é mais fácil que 2x Autor do livro “Crescimento Atômico”, em que reúne as seis for...

Inclusão geracional ganha espaço nas empresas, mas profissionais 50+ ainda enfrentam desafios

  Grupo KSL é exemplo de como a diversidade etária pode fortalecer equipes e melhorar o atendimento ao cliente   Apesar dos avanços no debate sobre diversidade no mercado de trabalho, a inclusão de profissionais com mais de 50 anos ainda enfrenta barreiras no Brasil. Segundo dados expostos pelo portal BBC, atualmente existem aproximadamente 1,4 milhão de pessoas 50+ desempregadas, um número alarmante, que coloca à prova os processos de recrutamento brasileiro.   Com o aumento da longevidade e da necessidade de permanência ativa no mercado, iniciativas que valorizam a experiência dos profissionais mais maduros tornam-se cada vez mais relevantes. Nesse contexto, surge o Grupo KSL, especializado em cobrança amigável e jurídica, que se destaca como um exemplo positivo de inclusão geracional.   Na KSL, a experiência tem voz ativa. Atualmente, 18% dos colaboradores têm 40 anos ou mais, sendo que 8% estão na faixa dos 50+. Na célula de Atendimento, que reúne 158 profissiona...

Famílias deixam de resgatar até R$ 50 mil em benefícios no pós-perda, aponta levantamento da Planeje Bem

 Milhas, seguros, auxílios e previdência privada estão entre os direitos mais esquecidos, e  podem representar valores entre R$ 10 mil e R$ 50 mil São Paulo, julho de 2025 — No momento da perda de um ente querido, a atenção da maioria das famílias costuma se voltar ao inventário e aos bens mais visíveis — como imóveis e contas bancárias. No entanto, uma série de benefícios financeiros e sociais seguem esquecidos, muitas vezes por desconhecimento. São os chamados ativos invisíveis: direitos garantidos por lei ou por vínculo contratual que, quando não são resgatados dentro do prazo, retornam aos cofres das instituições e não podem mais ser acessados. Entre eles estão seguros de vida, previdência privada (PGBL ou VGBL), FGTS, PIS/PASEP, pensão por morte, milhas acumuladas, carteiras virtuais, auxílio-funeral e indenizações trabalhistas. “Muitos acreditam que tudo precisa passar pelo inventário, mas há uma série de ativos que não exigem esse processo e que podem ser resgatados de ...