Organização que atua há mais de três décadas no combate ao racismo contra mulheres e meninas negras, cis e trans, celebra seu aniversário personificando sua própria trajetória personificação de CRIOLA criada por IA Ela se chama CRIOLA. Nasceu em 1992 e completa 34 anos. Esse é o retrato de uma vida inteira construída a muitas mãos, cheia de conquistas. É essa mulher que CRIOLA, organização de mulheres negras, escolhe apresentar neste aniversário: uma síntese do que mulheres negras brasileiras vêm construindo, coletivamente, e do que a própria organização ajudou a construir. CRIOLA nasceu de um movimento. No ano de seu nascimento, mulheres negras do Brasil e da América Latina já se articulavam para colocar seus direitos na pauta pública, e o 25 de julho se tornava o Dia da Mulher Negra latino-americana e caribenha. Ainda criança, CRIOLA integrou a Articulação de Organizações de Mulheres Negras Brasileiras (AMNB), que levaria essa voz coletiva até a Conferência de Durban da ...
A disputa pela atenção dos eleitores nas redes sociais transformou a dinâmica das campanhas políticas em 2026. A estratégia atual aposta na produção de conteúdos extensos — como entrevistas e podcasts — utilizados como "matéria-prima" para a geração de dezenas de vídeos curtos espalhados pelas plataformas digitais. Imagem ilustrativa (Crédito: Divulgação) Um estudo recente da FGV Comunicação Rio reforça essa mudança de comportamento: na plataforma Instagram, o formato Reels representou 69,9% de todas as publicações analisadas e concentrou expressivos 91,6% do engajamento total. O investimento do meio político no apelo dos vídeos curtos reflete a busca por dinamismo e pela capacidade de prender a atenção do público de forma rápida, ajustando a comunicação aos novos hábitos de consumo de informação, principalmente entre os eleitores mais jovens. Conteúdo longo como "matéria-prima" A tática de participar de podcasts e sabatinas ganhou força justamente por permitir que...