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Mostrando postagens com o rótulo Alessandra Belfort

Estratégia inteligente para quem valoriza o dinheiro!

Acreditar no próprio futuro não é fantasia. É decisão. Isso é visão. Isso é construção. Isso é entender que o tempo passa e que você pode usá-lo a seu favor. Sonhos não se realizam por acaso. Eles se constroem com estratégia, disciplina e planejamento. E é exatamente sobre isso: Usar o tempo como aliado, organizar recursos, plantar hoje para colher com força amanhã. Porque não é sobre ter agora. É sobre decidir que você vai ter e criar o plano para isso. Fale com o Eder Duarte -  https://www.instagram.com/eder.duarte_/    (11)97623-1048

Por que mulheres se sentem culpadas ao dizer “não”

  A juíza federal Alessandra Belfort, especialista em carreira, emoções e presença, explica como a educação emocional feminina impacta a culpa, a carreira e a dificuldade de estabelecer limites Dizer “não” ainda é um desafio emocional para muitas mulheres. Mesmo quando estão exaustas, sobrecarregadas ou diante de pedidos injustos, o sentimento de culpa costuma aparecer, como se estabelecer limites fosse sinônimo de egoísmo ou falha moral. Para a juíza federal Alessandra Belfort, especialista em carreira, emoções e presença, esse comportamento não é individual, mas estrutural. “A culpa feminina ao dizer ‘não’ é aprendida. Ela nasce de uma educação emocional que ensinou mulheres a agradar, cuidar e sustentar relações, muitas vezes às custas de si mesmas”, explica. A educação emocional feminina e a dificuldade de negar Desde cedo, muitas mulheres são estimuladas a serem compreensivas, disponíveis e conciliadoras. Em contrapartida, aprendem pouco sobre limites, assertividade e autodefe...

O ciclo da comparação social no fim do ano: como as redes sociais afetam a saúde emocional

  Especialista em gestão emocional e carreiras, Alessandra Belfort explica por que o fenômeno se repete todos os anos e se intensifica em dezembro Com a chegada do fim do ano, é comum que sentimentos de balanço e reflexão se intensifiquem. No entanto, esse período também traz um efeito colateral silencioso: o aumento da comparação social, impulsionado pelas redes sociais. Viagens perfeitas, corpos idealizados, conquistas profissionais e famílias aparentemente sempre felizes passam a dominar os feeds, alimentando a sensação de inadequação em quem observa essas imagens do outro lado da tela. Segundo a juíza federal e especialista em gestão emocional e carreiras, Alessandra Belfort, esse fenômeno se repete todos os anos e tende a se intensificar no mês de dezembro. “O fim do ano ativa um senso coletivo de prestação de contas. As pessoas passam a comparar o que viveram, conquistaram ou deixaram de conquistar com recortes idealizados da vida alheia, o que gera frustração e autocrítica e...