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Mostrando postagens com o rótulo Alessandra Belfort

Você lidera pessoas… ou apenas cobra resultados?

  A verdade é que muitos dos desafios dentro das empresas não estão nos processos — estão nas emoções, nos conflitos e no comportamento das pessoas. E é aí que entra a psicanálise . 🧠 Entender o que não é dito 💬 Melhorar a comunicação 🔥 Reduzir conflitos 📈 Potencializar resultados Claudio Palermo e Angélica Palermo ajudam gestores, CEOs e líderes a desenvolverem uma liderança mais consciente, humana e estratégica. Porque liderar de verdade é compreender pessoas. 👉 Quer transformar sua equipe e seus resultados? Comece pelo entendimento. #Liderança #Psicanálise #GestãoDePessoas #InteligênciaEmocional #Empreendedorismo #AltaPerformance #Comunicação #LiderançaHumanizada #DesenvolvimentoPessoal #CEO #Gestão #Resultados

Mães e culpa: o cérebro por trás da sensação de nunca fazer o suficiente

  Mães, especialista Alessandra Belfort explica por que muitas mulheres sentem que estão sempre em falta, e o que o cérebro tem a ver com isso No mês do Dia das Mães, período marcado por homenagens e idealizações da maternidade, um sentimento silencioso costuma ganhar força entre muitas mulheres: a sensação de nunca estar fazendo o suficiente. Embora comum, essa percepção não se resume a uma questão emocional ou comportamental. Segundo especialistas, há um componente cognitivo importante por trás desse padrão, relacionado à forma como o cérebro processa decisões, erros e responsabilidade. De acordo com a juíza federal e pesquisadora das relações entre emoção e tomada de decisão, Alessandra Belfort, esse sentimento não surge por fragilidade individual, mas por um funcionamento natural do cérebro diante de demandas complexas. “A mãe que sente que nunca faz o suficiente não está sendo irracional. Ela está respondendo a um sistema de avaliação que o cérebro nunca desliga, o mesmo siste...

Por que mulheres se sentem culpadas ao dizer “não”

  A juíza federal Alessandra Belfort, especialista em carreira, emoções e presença, explica como a educação emocional feminina impacta a culpa, a carreira e a dificuldade de estabelecer limites Dizer “não” ainda é um desafio emocional para muitas mulheres. Mesmo quando estão exaustas, sobrecarregadas ou diante de pedidos injustos, o sentimento de culpa costuma aparecer, como se estabelecer limites fosse sinônimo de egoísmo ou falha moral. Para a juíza federal Alessandra Belfort, especialista em carreira, emoções e presença, esse comportamento não é individual, mas estrutural. “A culpa feminina ao dizer ‘não’ é aprendida. Ela nasce de uma educação emocional que ensinou mulheres a agradar, cuidar e sustentar relações, muitas vezes às custas de si mesmas”, explica. A educação emocional feminina e a dificuldade de negar Desde cedo, muitas mulheres são estimuladas a serem compreensivas, disponíveis e conciliadoras. Em contrapartida, aprendem pouco sobre limites, assertividade e autodefe...

O ciclo da comparação social no fim do ano: como as redes sociais afetam a saúde emocional

  Especialista em gestão emocional e carreiras, Alessandra Belfort explica por que o fenômeno se repete todos os anos e se intensifica em dezembro Com a chegada do fim do ano, é comum que sentimentos de balanço e reflexão se intensifiquem. No entanto, esse período também traz um efeito colateral silencioso: o aumento da comparação social, impulsionado pelas redes sociais. Viagens perfeitas, corpos idealizados, conquistas profissionais e famílias aparentemente sempre felizes passam a dominar os feeds, alimentando a sensação de inadequação em quem observa essas imagens do outro lado da tela. Segundo a juíza federal e especialista em gestão emocional e carreiras, Alessandra Belfort, esse fenômeno se repete todos os anos e tende a se intensificar no mês de dezembro. “O fim do ano ativa um senso coletivo de prestação de contas. As pessoas passam a comparar o que viveram, conquistaram ou deixaram de conquistar com recortes idealizados da vida alheia, o que gera frustração e autocrítica e...