Organização que atua há mais de três décadas no combate ao racismo contra mulheres e meninas negras, cis e trans, celebra seu aniversário personificando sua própria trajetória personificação de CRIOLA criada por IA Ela se chama CRIOLA. Nasceu em 1992 e completa 34 anos. Esse é o retrato de uma vida inteira construída a muitas mãos, cheia de conquistas. É essa mulher que CRIOLA, organização de mulheres negras, escolhe apresentar neste aniversário: uma síntese do que mulheres negras brasileiras vêm construindo, coletivamente, e do que a própria organização ajudou a construir. CRIOLA nasceu de um movimento. No ano de seu nascimento, mulheres negras do Brasil e da América Latina já se articulavam para colocar seus direitos na pauta pública, e o 25 de julho se tornava o Dia da Mulher Negra latino-americana e caribenha. Ainda criança, CRIOLA integrou a Articulação de Organizações de Mulheres Negras Brasileiras (AMNB), que levaria essa voz coletiva até a Conferência de Durban da ...
Pratos como a feijoada, presente em refeições familiares frequentes, o bolinho de bacalhau do bar e a canja tradicionalmente associada ao cuidado doméstico têm algo em comum: todos teriam nascido em Portugal. Pesquisas em história da alimentação indicam que o paladar brasileiro contemporâneo é fortemente influenciado pela migração portuguesa, processo que consolidou tradições à mesa e moldou o cotidiano alimentar do país. A nossa reportagem destaca cinco pratos consumidos regularmente no dia a dia brasileiro que contam com origem direta na gastronomia portuguesa: feijoada, arroz doce, caldo verde, bolinho de bacalhau e canja de galinha. Segundo a historiografia alimentar, a feijoada deriva dos cozidos portugueses documentados na Europa desde a Idade Média. No Brasil, a preparação incorporou ingredientes locais e ganhou forma própria ao longo dos séculos XVIII e XIX, mantendo a lógica da cocção lenta de carnes e grãos. Hoje, o modelo disponível no país integra uma grand...