Organização que atua há mais de três décadas no combate ao racismo contra mulheres e meninas negras, cis e trans, celebra seu aniversário personificando sua própria trajetória personificação de CRIOLA criada por IA Ela se chama CRIOLA. Nasceu em 1992 e completa 34 anos. Esse é o retrato de uma vida inteira construída a muitas mãos, cheia de conquistas. É essa mulher que CRIOLA, organização de mulheres negras, escolhe apresentar neste aniversário: uma síntese do que mulheres negras brasileiras vêm construindo, coletivamente, e do que a própria organização ajudou a construir. CRIOLA nasceu de um movimento. No ano de seu nascimento, mulheres negras do Brasil e da América Latina já se articulavam para colocar seus direitos na pauta pública, e o 25 de julho se tornava o Dia da Mulher Negra latino-americana e caribenha. Ainda criança, CRIOLA integrou a Articulação de Organizações de Mulheres Negras Brasileiras (AMNB), que levaria essa voz coletiva até a Conferência de Durban da ...
Quando a cultura se une ao propósito de transformar vidas, o saber tradicional deixa de ser apenas uma lembrança do passado e passa a construir o futuro. Foi com essa visão de fortalecimento humano e econômico que a gestora do Programa do Artesanato Paraibano (PAP) , Marielza Rodriguez Targino de Araújo , representou o estado da Paraíba na 1ª edição da Bienal Internacional de Artes e Ofícios , realizada nos dias 4 e 5 de setembro no Centro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco, em Portugal. O evento internacional reuniu lideranças de Portugal, Brasil e Cabo Verde para discutir temas fundamentais para os dias de hoje: patrimônio cultural, indústrias criativas, internacionalização e cooperação entre territórios. Transformando tradição em oportunidade e valor Durante o painel “Transformar a Tradição em Valor: Empreendedorismo e Internacionalização nas Indústrias Criativas” , Marielza compartilhou a bem-sucedida experiência paraibana de aliar inovação, design e tradição, sem que a ess...