Organização que atua há mais de três décadas no combate ao racismo contra mulheres e meninas negras, cis e trans, celebra seu aniversário personificando sua própria trajetória personificação de CRIOLA criada por IA Ela se chama CRIOLA. Nasceu em 1992 e completa 34 anos. Esse é o retrato de uma vida inteira construída a muitas mãos, cheia de conquistas. É essa mulher que CRIOLA, organização de mulheres negras, escolhe apresentar neste aniversário: uma síntese do que mulheres negras brasileiras vêm construindo, coletivamente, e do que a própria organização ajudou a construir. CRIOLA nasceu de um movimento. No ano de seu nascimento, mulheres negras do Brasil e da América Latina já se articulavam para colocar seus direitos na pauta pública, e o 25 de julho se tornava o Dia da Mulher Negra latino-americana e caribenha. Ainda criança, CRIOLA integrou a Articulação de Organizações de Mulheres Negras Brasileiras (AMNB), que levaria essa voz coletiva até a Conferência de Durban da ...
A escritora e poetisa angolana Amélia Dalomba será distinguida com o Prémio Literário Guerra Junqueiro - Lusofonia 2024, numa cerimónia marcada para o dia 24 de outubro, às 19h, na Fundação Livraria Lello, em Matosinhos, no âmbito da Fliporto Portugal 2025. O galardão reconhece a relevância da sua obra literária e o contributo para a promoção da língua portuguesa e da cultura lusófona. Natural de Cabinda, Amélia Dalomba tem uma carreira multifacetada que atravessa a literatura, o jornalismo, as artes plásticas e o ativismo social. É formada em Jornalismo, Psicologia Social, Ambiente e Desenvolvimento, Gestão de Empresas e Economia Política, tendo iniciado o seu percurso como locutora, redatora e repórter no Emissor Regional de Cabinda e no Jornal Célula, em Luanda. Atualmente, é dirigente associativa, conselheira da Liga Africana e membro da União de Escritores Angolanos, da Academia Angolana de Letras, da Associação de Jornalistas pelo Ambiente e Desenvolvimento (Jopad) e d...