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Mostrando postagens com o rótulo Politica criminal

Você lidera pessoas… ou apenas cobra resultados?

  A verdade é que muitos dos desafios dentro das empresas não estão nos processos — estão nas emoções, nos conflitos e no comportamento das pessoas. E é aí que entra a psicanálise . 🧠 Entender o que não é dito 💬 Melhorar a comunicação 🔥 Reduzir conflitos 📈 Potencializar resultados Claudio Palermo e Angélica Palermo ajudam gestores, CEOs e líderes a desenvolverem uma liderança mais consciente, humana e estratégica. Porque liderar de verdade é compreender pessoas. 👉 Quer transformar sua equipe e seus resultados? Comece pelo entendimento. #Liderança #Psicanálise #GestãoDePessoas #InteligênciaEmocional #Empreendedorismo #AltaPerformance #Comunicação #LiderançaHumanizada #DesenvolvimentoPessoal #CEO #Gestão #Resultados

ARTIGO – Ranking de homicídios espelha desigualdade social e revela o mapa do crime no Brasil

  Marco Antônio Barbosa**   Julho, 2026 – A última edição do Atlas da Violência 2026, produzida pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), traz o ranking das cidades com maiores taxas de homicídios e detalha como a desigualdade social também espelha a criminalidade no país.   O primeiro colocado deste triste “campeonato” é o município de Barcelos, que fica no Amazonas, com uma taxa de 171,8 homicídios por 100 mil habitantes, seguido por Cruz do Espírito Santo, da Paraíba, com um índice de 169,3 crimes desta categoria na proporção pela mesma quantidade de pessoas. Groaíras, no Ceará, fecha esse pódio da violência, com 159,1 homicídios por 100 mil moradores.   Entre os 20 primeiros deste ranking, somente cinco cidades não são do Norte ou do Nordeste do Brasil. E das 100 listadas, apenas 22 estão localizadas em outras regiões do país, sendo uma delas do Sudeste, três do Sul e 19 do Centro-Oeste.   Este...

Suzane Richthofen na Netflix: o crime como espetáculo, o bem jurídico violado e o desrespeito às vítimas

  *Dra. Celeste Leite dos Santos (MP-SP) e Delegada Elisabete Sato (SSP)   O caso Suzane von Richthofen à luz da mais nova série da Netflix suscita questões relevantes para o Direito Penal, para a Vitimologia, para a Política Criminal e, não menos importante, para a aplicação do Estatuto da Vítima - Projeto de Lei (PL) 3890/2020. A análise jurídica deve considerar o impacto social da representação midiática de crimes graves e a necessidade de se preservar a dignidade das vítimas, conforme diretrizes constitucionais e internacionais.   Afinal, Suzane, personagem da produção anunciada pela plataforma de streaming, vale destacar, foi condenada a 39 anos e 6 meses pelo assassinato (a pauladas) dos pais, a psiquiatra Marísia von Richthofen e o engenheiro Manfred von Richthofen. Cometido em outubro de 2002, o crime entrou para a lista dos mais chocantes da crônica policial brasileira.   Do ponto de vista dogmático, o “culto ao criminoso” pode ser compreendido pela Criminol...