Organização que atua há mais de três décadas no combate ao racismo contra mulheres e meninas negras, cis e trans, celebra seu aniversário personificando sua própria trajetória personificação de CRIOLA criada por IA Ela se chama CRIOLA. Nasceu em 1992 e completa 34 anos. Esse é o retrato de uma vida inteira construída a muitas mãos, cheia de conquistas. É essa mulher que CRIOLA, organização de mulheres negras, escolhe apresentar neste aniversário: uma síntese do que mulheres negras brasileiras vêm construindo, coletivamente, e do que a própria organização ajudou a construir. CRIOLA nasceu de um movimento. No ano de seu nascimento, mulheres negras do Brasil e da América Latina já se articulavam para colocar seus direitos na pauta pública, e o 25 de julho se tornava o Dia da Mulher Negra latino-americana e caribenha. Ainda criança, CRIOLA integrou a Articulação de Organizações de Mulheres Negras Brasileiras (AMNB), que levaria essa voz coletiva até a Conferência de Durban da ...
(*) Por Vinicius Silva, Diretor Comercial da BNP Capital A multipropriedade brasileira alcançou um estágio de maturidade que poucos imaginavam há pouco mais de uma década. O país consolidou-se como um dos maiores mercados do mundo nesse segmento, impulsionado pelo fortalecimento do turismo doméstico, pela profissionalização das incorporadoras e pela crescente busca dos consumidores por modelos mais inteligentes de acesso às férias. Os números comprovam essa evolução: novos empreendimentos são lançados anualmente, milhares de frações imobiliárias são comercializadas e bilhões de reais movimentam uma cadeia que gera empregos, atrai investimentos e impulsiona o desenvolvimento de destinos turísticos em todas as regiões do país. Mas todo mercado em expansão chega a um momento em que vender mais deixa de ser o único desafio. A verdadeira questão passa a ser como crescer de forma sustentável. Na multipropriedade, esse novo desafio está menos na capacidade comercial e muito mais na infr...