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Mostrando postagens com o rótulo Floripa

O que ler para crescer em 2027? Executivos compartilham suas indicações

  De ecossistemas de parceiros a finanças comportamentais, 15 lideranças indicam leituras que influenciam decisões reais de crescimento e posicionamento   2027 batendo na porta e é o período em que empresas revisam metas, ajustam estratégias e buscam alternativas para iniciar o ano com resultados melhores. Para executivos e empreendedores que precisam tomar decisões sobre crescimento, posicionamento, eficiência operacional ou gestão de equipes, a leitura certa pode antecipar erros e acelerar aprendizados.   Para esta lista, 15 lideranças de empresas com atuação em áreas como tecnologia, inovação, serviços e negócios B2B compartilham quais livros recomendam para quem quer crescer com mais clareza estratégica em 2027. As indicações vão de gestão de parcerias e posicionamento de produto a finanças comportamentais e cultura organizacional, temas recorrentes nas decisões do dia a dia.   10x é mais fácil que 2x Autor do livro “Crescimento Atômico”, em que reúne as seis for...

Por que Santa Catarina passou a atrair empresas em expansão

  Crescimento acima da média nacional, forte cultura empreendedora e baixa taxa de desemprego ajudam a explicar por que empresas estão decidindo ampliar sua presença no estado   Expandir uma empresa nunca depende apenas do tamanho do mercado. Antes de definir os próximos endereços, redes de franquias analisam indicadores como crescimento econômico, geração de empregos, renda e ambiente de negócios. Quando esses fatores caminham na mesma direção, alguns estados naturalmente se destacam. Santa Catarina é hoje um dos principais exemplos.   Em 2025, o estado registrou crescimento estimado de 3,9% do Produto Interno Bruto (PIB), acima da média nacional, manteve a menor taxa de desemprego do país, de 3,2%, e contabilizou cerca de 140 mil novas empresas abertas. Mais do que bons resultados, os números refletem uma economia diversificada e uma cultura empreendedora consolidada.   Essa vocação aparece também na força dos pequenos negócios. Eles responderam por cerca de 74% do...

Nenhum cão é só um cão

  O caso do Orelha não expõe um crime isolado, mas o abismo entre negligência e responsabilidade na forma como a sociedade trata os cães   A carta era simples, poucas linhas, escritas à mão, deixadas dentro da casinha onde ele costumava descansar. Falava de saudade, de cuidado, e de um pedido de desculpa. Pedia perdão em nome de pessoas que não souberam proteger. Não descrevia a violência, a ausência já dizia tudo.   O gesto, registrado depois da morte do cão comunitário Orelha, comoveu o país porque não era um manifesto. Era um luto silencioso, um reconhecimento tardio de que aquele animal, tratado como parte da paisagem por tantos, era, na verdade, parte da vida.   O caso do Orelha não é um desvio isolado nem um episódio excepcional. Ele escancara como a responsabilidade humana é o fator decisivo que define se um cão será protegido ou exposto, cuidado ou abandonado à própria sorte. É nesse ponto que a conexão com o trabalho de especialistas como Sebastien Florens s...