Por José Guilherme Merchiori O mercado global de medicina preventiva, que engloba tecnologias e serviços voltados à prevenção, detecção precoce e gestão de doenças, deve atingir US$ 485 bilhões até 2033, segundo estudo da iHealthcareAnalyst. Esse movimento global se traduz, no Brasil, em necessidade de controlar sinistralidade e custos assistenciais crescentes. No entanto, atualmente, o setor de operadoras e autogestões enfrenta desafios recorrentes, como a pressão sobre a sinistralidade, o crescimento da judicialização e beneficiários cada vez mais exigentes em relação ao acesso e à experiência. Além disso, impacto em reajustes, margens e competitividade, e o risco de perda de beneficiários quando a experiência é ruim têm alterado significativamente a dinâmica do setor, ampliando a pressão sobre operadores e autogestões, especialmente diante de índices de sinistralidade que já ultrapassam 85% no Brasil, segundo a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar). Ness...
De acordo com a edição 2024 da Pesquisa Retratos da Leitura, nos últimos quatro anos houve uma redução de 6,7 milhões de leitores no país. Conforme o estudo, 53% das pessoas não leram nem parte de um livro, impresso ou digital, de qualquer gênero, atingindo uma proporção maior do que o número de leitores na população brasileira. O cenário traz um alerta à importância do ato de ler, seja literatura, ensaios ou textos informativos, que contribui para a formação do pensamento crítico, amplia a capacidade de análise e estimula a empatia. Tais funções se tornam ainda mais necessárias em tempos de algoritmos que entregam respostas prontas e conteúdos personalizados, além da ascensão da inteligência artificial presente em tarefas cotidianas, sobretudo entre jovens estudantes. Wagner Venceslau Dias, diretor pedagógico do Colégio Leonardo da Vinci , reforça que a leitura contínua, no entanto, exige concentração, interpretação e contato com múltiplas perspectivas: “Ler ...