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Mostrando postagens com o rótulo Jorge Messias

Ela se chama CRIOLA, tem 34 anos, e é a prova de que mulheres negras organizadas podem mudar o Brasil

Organização que atua há mais de três décadas no combate ao racismo contra mulheres e meninas negras, cis e trans, celebra seu aniversário personificando sua própria trajetória personificação de CRIOLA criada por IA   Ela se chama CRIOLA. Nasceu em 1992 e completa 34 anos. Esse é o retrato de uma vida inteira construída a muitas mãos, cheia de conquistas. É essa mulher que CRIOLA, organização de mulheres negras, escolhe apresentar neste aniversário: uma síntese do que mulheres negras brasileiras vêm construindo, coletivamente, e do que a própria organização ajudou a construir.   CRIOLA nasceu de um movimento. No ano de seu nascimento, mulheres negras do Brasil e da América Latina já se articulavam para colocar seus direitos na pauta pública, e o 25 de julho se tornava o Dia da Mulher Negra latino-americana e caribenha. Ainda criança, CRIOLA integrou a Articulação de Organizações de Mulheres Negras Brasileiras (AMNB), que levaria essa voz coletiva até a Conferência de Durban da ...

A toga que não veio: a resistência e o duro recado do Senado Federal a Lula

  Deputada Federal Rosana Valle (PL-SP)*   Acompanhei a sabatina de Jorge Messias, no Senado Federal, na quarta-feira (29/4), como deputada federal no exercício do segundo mandato, em Brasília-DF, mas, também, com o olhar de quem passou 25 anos no Jornalismo e aprendeu a ler o que não está dito.   Antes mesmo da votação dos senadores pela aceitação ou não da indicação de Messias pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), para uma cadeira do Supremo Tribunal Federal (STF), já havia um sentimento difuso de cartas marcadas, de desfecho ensaiado. Durante a sabatina à qual foi submetido o advogado-geral da União, as perguntas seguiam, assim como as respostas. Mas nada ali parecia ter força para alterar o rumo. Era um rito sendo cumprido, um protocolo avançando, com a naturalidade de quem já conhece o final da história.   A sensação era de jogo decidido. Até que, em certo momento, uma frase da senadora Soraya Thronicke (PSB-MS) sintetizou o clima: “Não s...