Organização que atua há mais de três décadas no combate ao racismo contra mulheres e meninas negras, cis e trans, celebra seu aniversário personificando sua própria trajetória personificação de CRIOLA criada por IA Ela se chama CRIOLA. Nasceu em 1992 e completa 34 anos. Esse é o retrato de uma vida inteira construída a muitas mãos, cheia de conquistas. É essa mulher que CRIOLA, organização de mulheres negras, escolhe apresentar neste aniversário: uma síntese do que mulheres negras brasileiras vêm construindo, coletivamente, e do que a própria organização ajudou a construir. CRIOLA nasceu de um movimento. No ano de seu nascimento, mulheres negras do Brasil e da América Latina já se articulavam para colocar seus direitos na pauta pública, e o 25 de julho se tornava o Dia da Mulher Negra latino-americana e caribenha. Ainda criança, CRIOLA integrou a Articulação de Organizações de Mulheres Negras Brasileiras (AMNB), que levaria essa voz coletiva até a Conferência de Durban da ...
Relatório final da Câmara Municipal de São Paulo-SP também recomenda rastreamento nacional e destruição total de garrafas após consumo; vereador Adrilles Jorge (União Brasil) propõe, ainda, a responsabilização da cadeia clandestina e de comerciantes que comprarem sem nota fiscal A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Metanol da Câmara Municipal de São Paulo-SP encerrou seus trabalhos com a proposta de tornar crime hediondo a adulteração de bebidas alcoólicas com metanol ou outras substâncias tóxicas letais. O relatório final do colegiado, do qual o vereador Adrilles Jorge (União Brasil) é membro, também recomenda a criação de um sistema nacional de rastreabilidade de bebidas e a inutilização obrigatória de garrafas de destilados após o consumo, para impedir que embalagens originais sejam reutilizadas por falsificadores. Instaurada em outubro do ano passado, após meses de registro de casos de intoxicação por metanol - algumas ocorrências, inclusive, com mortes ...