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Mostrando postagens com o rótulo Andrea Beltran

Ela se chama CRIOLA, tem 34 anos, e é a prova de que mulheres negras organizadas podem mudar o Brasil

Organização que atua há mais de três décadas no combate ao racismo contra mulheres e meninas negras, cis e trans, celebra seu aniversário personificando sua própria trajetória personificação de CRIOLA criada por IA   Ela se chama CRIOLA. Nasceu em 1992 e completa 34 anos. Esse é o retrato de uma vida inteira construída a muitas mãos, cheia de conquistas. É essa mulher que CRIOLA, organização de mulheres negras, escolhe apresentar neste aniversário: uma síntese do que mulheres negras brasileiras vêm construindo, coletivamente, e do que a própria organização ajudou a construir.   CRIOLA nasceu de um movimento. No ano de seu nascimento, mulheres negras do Brasil e da América Latina já se articulavam para colocar seus direitos na pauta pública, e o 25 de julho se tornava o Dia da Mulher Negra latino-americana e caribenha. Ainda criança, CRIOLA integrou a Articulação de Organizações de Mulheres Negras Brasileiras (AMNB), que levaria essa voz coletiva até a Conferência de Durban da ...

ECA Digital reacende debate sobre limites no ambiente online e impactos na saúde mental de crianças e adolescentes

  A recente discussão em torno do chamado ECA Digital trouxe novamente à tona um tema urgente: a forma como crianças e adolescentes estão inseridos no ambiente online e os impactos diretos dessa exposição no desenvolvimento emocional. Em um cenário de uso cada vez mais precoce e intenso de telas e redes sociais, cresce também a preocupação com os efeitos na saúde mental.   Para a Dra. Andrea Beltran, psicóloga, o debate vai além da regulamentação e passa, principalmente, pelo papel das famílias e responsáveis na mediação do uso da tecnologia. “Não se trata de demonizar o digital, mas de entender que crianças e adolescentes ainda estão em formação e precisam de orientação para lidar com o que consomem e compartilham. A ausência de limites e supervisão pode gerar ansiedade, comparação excessiva, baixa autoestima e até quadros mais graves”, explica.   De acordo com a especialista, a exposição constante nas redes sociais tem antecipado conflitos emocionais que antes surgiam e...