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Mostrando postagens com o rótulo familia

O que ler para crescer em 2027? Executivos compartilham suas indicações

  De ecossistemas de parceiros a finanças comportamentais, 15 lideranças indicam leituras que influenciam decisões reais de crescimento e posicionamento   2027 batendo na porta e é o período em que empresas revisam metas, ajustam estratégias e buscam alternativas para iniciar o ano com resultados melhores. Para executivos e empreendedores que precisam tomar decisões sobre crescimento, posicionamento, eficiência operacional ou gestão de equipes, a leitura certa pode antecipar erros e acelerar aprendizados.   Para esta lista, 15 lideranças de empresas com atuação em áreas como tecnologia, inovação, serviços e negócios B2B compartilham quais livros recomendam para quem quer crescer com mais clareza estratégica em 2027. As indicações vão de gestão de parcerias e posicionamento de produto a finanças comportamentais e cultura organizacional, temas recorrentes nas decisões do dia a dia.   10x é mais fácil que 2x Autor do livro “Crescimento Atômico”, em que reúne as seis for...

Falta de tratamento adequado para doença ultrarrara do fígado pode levar mais da metade das crianças ao transplante até os 10 anos de idade

  Colestase intra-hepática familiar progressiva (PFIC) causa coceira incapacitante e progressão silenciosa; ausência de protocolo de cuidado sobrecarrega famílias e o sistema de saúde. Canva ão Paulo, julho de 2026 – A infância de crianças diagnosticadas com colestase intra-hepática familiar progressiva (PFIC) é marcada por uma grave corrida contra o tempo, na qual mais da metade dos pacientes necessitam de transplante hepático até os 10 anos de idade, caso não tenham acesso aos cuidados adequados.  De origem genética, a doença é causada por mutações em genes que codificam proteínas transportadoras essenciais para a formação e o fluxo normal da bile no fígado. Quando essas proteínas são defeituosas, ocorre um acúmulo tóxico de ácidos biliares nos hepatócitos, desencadeando um processo inflamatório contínuo, fibrose progressiva, cirrose e, eventualmente, a insuficiência hepática. 1   Segundo Maria Tereza Galvão Guiotti, coordenadora e médica assistente da Equipe de Hepato...

Mães e culpa: o cérebro por trás da sensação de nunca fazer o suficiente

  Mães, especialista Alessandra Belfort explica por que muitas mulheres sentem que estão sempre em falta, e o que o cérebro tem a ver com isso No mês do Dia das Mães, período marcado por homenagens e idealizações da maternidade, um sentimento silencioso costuma ganhar força entre muitas mulheres: a sensação de nunca estar fazendo o suficiente. Embora comum, essa percepção não se resume a uma questão emocional ou comportamental. Segundo especialistas, há um componente cognitivo importante por trás desse padrão, relacionado à forma como o cérebro processa decisões, erros e responsabilidade. De acordo com a juíza federal e pesquisadora das relações entre emoção e tomada de decisão, Alessandra Belfort, esse sentimento não surge por fragilidade individual, mas por um funcionamento natural do cérebro diante de demandas complexas. “A mãe que sente que nunca faz o suficiente não está sendo irracional. Ela está respondendo a um sistema de avaliação que o cérebro nunca desliga, o mesmo siste...

Como ensinar inclusão às nossas crianças: um aprendizado que começa em casa

  *Por Professor Sampaio   Ensinar inclusão é um dos maiores desafios — e também uma das maiores responsabilidades — das famílias na formação das novas gerações. A boa notícia é que esse aprendizado começa cedo, de forma simples, cotidiana e acessível a todos. “Meu filho é tão pequeno… será que ele já entende sobre inclusão?”. Essa é uma dúvida comum entre pais e responsáveis. A resposta, porém, é clara: sim, as crianças entendem, desde que o tema seja apresentado com afeto, respeito e, sobretudo, exemplo.   Vivemos em uma sociedade diversa, marcada por diferentes corpos, culturas, formas de comunicação, crenças e modos de existir. Apesar disso, ainda estamos aprendendo a conviver com essas diferenças de maneira genuinamente inclusiva. É por isso que a educação para a inclusão não pode ficar restrita à escola ou a datas comemorativas. Ela começa em casa, nas conversas do dia a dia e nas atitudes dos adultos.   Inclusão não é um conceito complexo, é uma prática diária...

Como preparar o lar para a chegada do recém-nascido

  Casa limpa, bebê seguro A chegada de um bebê transforma tudo: o tempo, os afetos, a rotina e, claro, a casa. O que antes era apenas mais um cômodo agora vira ninho. E, nesse novo ciclo, preparar o ambiente para receber o recém-nascido vai muito além da decoração do quartinho ou da montagem do berço. Trata-se de criar um espaço seguro, limpo e acolhedor, onde cada detalhe importa. Superfícies limpas, roupas higienizadas corretamente, utensílios esterilizados e cuidados extras com os ambientes se tornam essenciais. Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), os primeiros três meses de vida são os mais delicados para o bebê, cuja imunidade ainda está em formação. Um ambiente inadequado pode facilitar o contato com agentes infecciosos invisíveis, mas perigosos e que poderiam ser evitados com boas práticas de higiene. Novo membro na família, muitas visitas Dados do Boletim InfoGripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), publicados em abril deste ano, revelam um aumento nas hospi...