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Mostrando postagens com o rótulo homens fracos

O que ler para crescer em 2027? Executivos compartilham suas indicações

  De ecossistemas de parceiros a finanças comportamentais, 15 lideranças indicam leituras que influenciam decisões reais de crescimento e posicionamento   2027 batendo na porta e é o período em que empresas revisam metas, ajustam estratégias e buscam alternativas para iniciar o ano com resultados melhores. Para executivos e empreendedores que precisam tomar decisões sobre crescimento, posicionamento, eficiência operacional ou gestão de equipes, a leitura certa pode antecipar erros e acelerar aprendizados.   Para esta lista, 15 lideranças de empresas com atuação em áreas como tecnologia, inovação, serviços e negócios B2B compartilham quais livros recomendam para quem quer crescer com mais clareza estratégica em 2027. As indicações vão de gestão de parcerias e posicionamento de produto a finanças comportamentais e cultura organizacional, temas recorrentes nas decisões do dia a dia.   10x é mais fácil que 2x Autor do livro “Crescimento Atômico”, em que reúne as seis for...

Curso para “homens enfraquecidos” e a tática machista de transformar dominação em vitimização

  Dra. Celeste Leite dos Santos (MP-SP) e Dra. Luciana Inocêncio*   No centro de debates recentes, a proposta de um curso voltado a “homens enfraquecidos”, como “O Farol e a Forja", ministrado pelo ator global Juliano Cazarré e apresentada como resposta a uma suposta crise masculina contemporânea, revela, no fundo, operação discursiva já conhecida: converter privilégio em sofrimento e dominação em vulnerabilidade.   Sob aparência terapêutica e linguagem de acolhimento, este tipo de formulação desloca o foco da violência estrutural contra as mulheres para o desconforto subjetivo dos homens diante da perda de centralidade. Não se trata de negar o sofrimento psíquico masculino, mas de recusar que ele seja interpretado fora das relações históricas que organizam gênero, autoridade e controle. Celeste Leite   Num País em que os índices de feminicídio seguem alarmantes, falar em “homens fragilizados” como eixo principal de uma discussão soa menos como diagnóstico social e m...