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Mostrando postagens com o rótulo Netflix

Você lidera pessoas… ou apenas cobra resultados?

  A verdade é que muitos dos desafios dentro das empresas não estão nos processos — estão nas emoções, nos conflitos e no comportamento das pessoas. E é aí que entra a psicanálise . 🧠 Entender o que não é dito 💬 Melhorar a comunicação 🔥 Reduzir conflitos 📈 Potencializar resultados Claudio Palermo e Angélica Palermo ajudam gestores, CEOs e líderes a desenvolverem uma liderança mais consciente, humana e estratégica. Porque liderar de verdade é compreender pessoas. 👉 Quer transformar sua equipe e seus resultados? Comece pelo entendimento. #Liderança #Psicanálise #GestãoDePessoas #InteligênciaEmocional #Empreendedorismo #AltaPerformance #Comunicação #LiderançaHumanizada #DesenvolvimentoPessoal #CEO #Gestão #Resultados

Suzane Richthofen na Netflix: o crime como espetáculo, o bem jurídico violado e o desrespeito às vítimas

  *Dra. Celeste Leite dos Santos (MP-SP) e Delegada Elisabete Sato (SSP)   O caso Suzane von Richthofen à luz da mais nova série da Netflix suscita questões relevantes para o Direito Penal, para a Vitimologia, para a Política Criminal e, não menos importante, para a aplicação do Estatuto da Vítima - Projeto de Lei (PL) 3890/2020. A análise jurídica deve considerar o impacto social da representação midiática de crimes graves e a necessidade de se preservar a dignidade das vítimas, conforme diretrizes constitucionais e internacionais.   Afinal, Suzane, personagem da produção anunciada pela plataforma de streaming, vale destacar, foi condenada a 39 anos e 6 meses pelo assassinato (a pauladas) dos pais, a psiquiatra Marísia von Richthofen e o engenheiro Manfred von Richthofen. Cometido em outubro de 2002, o crime entrou para a lista dos mais chocantes da crônica policial brasileira.   Do ponto de vista dogmático, o “culto ao criminoso” pode ser compreendido pela Criminol...

Entidade nuclear diz que série da Netflix reforça avanços regulatórios do setor

  Produção reacende debate sobre segurança nuclear no Brasil   A minissérie  Emergência Radioativa , da Netflix, voltou a colocar o tema da segurança nuclear no centro das discussões públicas no Brasil. Inspirada no acidente com o Césio-137, ocorrido em Goiânia em 1987, a produção rapidamente se tornou um dos conteúdos mais assistidos da plataforma, resgatando um dos episódios mais marcantes da história recente do país.   Com cinco episódios, a série dramatiza a contaminação causada após a abertura de uma cápsula de material radioativo, acompanhando o impacto sobre a população e a atuação de profissionais que trabalharam para conter a crise.   Mais do que revisitar uma tragédia, o sucesso da produção evidencia um movimento importante: o crescente interesse da sociedade por temas ligados à energia nuclear, segurança e regulação. Assuntos que, até então, costumavam ficar restritos a especialistas.   Para a Associação Brasileira para o Desenvolvimento de Ativi...