Pular para o conteúdo principal

Postagens

Mostrando postagens com o rótulo mulheres

Você lidera pessoas… ou apenas cobra resultados?

  A verdade é que muitos dos desafios dentro das empresas não estão nos processos — estão nas emoções, nos conflitos e no comportamento das pessoas. E é aí que entra a psicanálise . 🧠 Entender o que não é dito 💬 Melhorar a comunicação 🔥 Reduzir conflitos 📈 Potencializar resultados Claudio Palermo e Angélica Palermo ajudam gestores, CEOs e líderes a desenvolverem uma liderança mais consciente, humana e estratégica. Porque liderar de verdade é compreender pessoas. 👉 Quer transformar sua equipe e seus resultados? Comece pelo entendimento. #Liderança #Psicanálise #GestãoDePessoas #InteligênciaEmocional #Empreendedorismo #AltaPerformance #Comunicação #LiderançaHumanizada #DesenvolvimentoPessoal #CEO #Gestão #Resultados

Novo medicamento aprovado pela Anvisa para menopausa é mudança de paradigma na saúde feminina

  Para a médica e professora de Ginecologia da Universidade de Mogi das Cruzes (UMC), fezolinetanto inaugura uma nova classe terapêutica e amplia de forma significativa opções à reposição hormonal no Brasil   A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, no final de junho, o uso do fezolinetanto para o tratamento de sintomas vasomotores (SVM) moderados a intensos associados à menopausa, conhecidos como fogachos. Para Carolina Zendron Machado Rudge, professora colaboradora do curso de Medicina da Universidade de Mogi das Cruzes (UMC) e especialista em Ginecologia e Obstetrícia pela Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), a aprovação representa não só um importante avanço da ciência, como também uma relevante mudança de paradigma na abordagem da saúde feminina.   “Durante muitos anos, as mulheres que não podiam utilizar terapia hormonal tinham poucas alternativas realmente eficazes para os fogachos. O fezolinetanto inaugur...

O que você faz com aquilo que não consegue dizer?

 Às vezes, a rotina parece pesada demais.  O cansaço não é físico, é emocional.  Uma ansiedade que surge sem aviso, padrões de comportamento que você repete mesmo sabendo que te fazem mal, ou aquela sensação constante de que algo está fora do lugar. A verdade é que grande parte das nossas dores, medos e travamentos estão escondidos em um lugar que mal conseguimos acessar sozinhos: o nosso inconsciente. Tentar "engolir o choro" ou apenas "seguir em frente" não cura as feridas.  O que não se transforma em palavras, vira sintoma, vira angústia, vira peso. A terapia psicanalítica é o espaço onde esse peso ganha voz. Com a orientação e a escuta clínica qualificada de Angélica Palermo , você terá um ambiente seguro, acolhedor e livre de julgamentos para: Compreender a raiz dos seus conflitos: Entender o porquê de certas reações, escolhas e sentimentos. Romper ciclos repetitivos: Identificar e ressignificar padrões que travam sua vida pessoal, profissional e seus relaci...

Curso para “homens enfraquecidos” e a tática machista de transformar dominação em vitimização

  Dra. Celeste Leite dos Santos (MP-SP) e Dra. Luciana Inocêncio*   No centro de debates recentes, a proposta de um curso voltado a “homens enfraquecidos”, como “O Farol e a Forja", ministrado pelo ator global Juliano Cazarré e apresentada como resposta a uma suposta crise masculina contemporânea, revela, no fundo, operação discursiva já conhecida: converter privilégio em sofrimento e dominação em vulnerabilidade.   Sob aparência terapêutica e linguagem de acolhimento, este tipo de formulação desloca o foco da violência estrutural contra as mulheres para o desconforto subjetivo dos homens diante da perda de centralidade. Não se trata de negar o sofrimento psíquico masculino, mas de recusar que ele seja interpretado fora das relações históricas que organizam gênero, autoridade e controle. Celeste Leite   Num País em que os índices de feminicídio seguem alarmantes, falar em “homens fragilizados” como eixo principal de uma discussão soa menos como diagnóstico social e m...

Escritora brasileira lança antologia internacional sobre superação feminina em Zurique

 A escritora Ângela Brodbéck, residente na cidade suíça de Zurique há quase três décadas, promove, no próximo dia 20 de maio, em Zurique, o lançamento oficial da antologia internacional “Mulheres que Mudaram o Destino”, uma publicação da Editora InVitro que reúne 60 coautoras de diferentes países e destaca histórias de coragem, transformação pessoal e protagonismo feminino. Organizado pela Associação Espaço Internacional da Mulher, fundada por Ângela Brodbéck em 2020 e oficialmente registada em 2025 em Zurique, o evento pretende afirmar-se como “um encontro multicultural entre Brasil e Europa”, reunindo representantes institucionais, membros da comunidade lusófona e participantes vindas de vários países. Com prefácio da brasileira Luiza Brunet, palestrante e ativista no combate à violência contra as mulheres, a antologia integra testemunhos e narrativas de mulheres oriundas da Suíça, Portugal, Brasil, Alemanha, Itália, Espanha, França e Israel, “valorizando percursos marcados pela ...

No Dia das Mães, a história de uma eletricista da EDP que inspira dentro e fora de casa

  Colaboradora da concessionária em Guarulhos, Alessandra  Martimiano dos Santos, se destaca na profissão e é inspiração para os filhos Arquivo pessoal São Paulo, 6 de maio -  Para a eletricista da EDP Guarulhos, Alessandra  Martimiano dos Santos, 39, ser mulher em uma profissão majoritariamente masculina oferece uma oportunidade diária de inspirar outras a seguir o mesmo caminho. Se, em campo, sua atuação é reconhecida e parabenizada pelos clientes da concessionária, em casa ela é espelho para os filhos Beatriz, 20, e Yago, 14.   A mais velha segue os passos da mãe e estuda para também atuar como eletricista. Já o caçula vislumbra futuro na área da robótica e, para chegar lá, conta com as dicas de ouro de Alessandra, em conversas sobre circuitos e habilidades indispensáveis para ser um bom profissional.  A troca de experiências sobre...

ENDOMETRIOSE AFETA MAIS DE 36 MIL MULHERES EM BASE NACIONAL, APONTA ESTUDO

Levantamento da iHealth Clinical Insights mostra que dor é o sintoma mais recorrente e que condição atinge principalmente mulheres entre 40 e 59 anos São Paulo, abril de 2026 — Um levantamento da iHealth Insights dimensiona o impacto da endometriose na saúde das mulheres brasileiras. A análise, baseada em uma base de mais de 3 milhões de pacientes atendidos em 44 instituições de saúde em todo o país, aponta que ao menos 36.527 mulheres apresentam diagnóstico, histórico ou investigação da condição, o equivalente a 1,32% do total de pacientes do sexo feminino acompanhadas. A condição, caracterizada pela presença de tecido semelhante ao endométrio fora do útero, está frequentemente associada a sintomas que afetam diretamente a qualidade de vida. Entre os registros analisados, a dor aparece como o principal relato clínico, presente em 57% dos casos. Outros sintomas recorrentes incluem sangramentos (22%), cefaleia (14%), náuseas (13%) e alterações gastrointestinais, como diarreia (10%) e vô...

78% das mulheres afirmam que empresas ainda deixam a equidade de gênero em segundo plano, aponta pesquisa

  Pesquisa Infojobs 2026 revela lacunas em equidade salarial, apoio à dupla jornada e oportunidades igualitárias, sinalizando uma barreira social   A maioria das mulheres ainda percebe lacunas nas ações de equidade de gênero dentro das empresas. Segundo a Pesquisa Panorama da Mulher no Mercado de Trabalho 2026, do Infojobs, 78% das mulheres afirmam que temas como igualdade salarial, apoio à dupla jornada e oportunidades iguais não recebem atenção suficiente no ambiente corporativo. Apenas 22% acreditam que suas organizações lidam com essas questões de forma adequada.   Para Ana Paula Prado, CEO da Redarbor Brasil, detentora do Infojobs, o dado não é apenas um alerta social, mas também estratégico: “Empresas que não monitoram e atuam de forma efetiva sobre equidade e inclusão correm o risco de perder talentos e reduzir engajamento. Não se trata apenas de cumprir metas de diversidade, é gestão de capital humano com visão de negócios.”   O levantamento evidencia que, me...

UNG promove edição especial de Menção Honrosa em reconhecimento às mulheres

 Evento valoriza protagonismo feminino em diferentes segmentos sociais No dia 19 de março, a Universidade Guarulhos (UNG) promove a Menção Honrosa “Sociedade, Paz e Educação - Ser Mulher - Edição Especial 2026”, em reconhecimento ao protagonismo e à liderança feminina em mais de quatorze segmentos produtivos e sociais. A solenidade homenageia personalidades que, por meio de suas trajetórias, inspiram e contribuem para os desenvolvimentos econômico, social, artístico e cultural, político e empresarial, entre outros segmentos de reconhecida relevância.      A cerimônia acontece às 18h30, no Anfiteatro F da Instituição de Ensino Superior, reunindo convidados e homenageadas. O evento, além de destacar o protagonismo feminino na construção de uma sociedade mais inclusiva, igualitária e participativa, também mobiliza as novas gerações, por meio de exemplos de lideranças, a aprimorarem a leitura social do papel e do espaço histórico conquistado. A programação conta com apre...

Por que as mulheres são mais afetadas pela incontinência urinária?

  Dr. Nelson Batezini, urologista e especialista em disfunção miccional, explica os fatores que tornam o problema mais comum no público feminino Durante o mês de março, dedicado à conscientização sobre a saúde feminina, um tema ainda pouco debatido ganha relevância: a incontinência urinária. A condição, caracterizada pela perda involuntária de urina, atinge milhões de mulheres e pode comprometer significativamente a qualidade de vida. Segundo o urologista Dr. Nelson Batezini, especialista em disfunção miccional, a maior incidência no público feminino está relacionada principalmente a fatores anatômicos, hormonais e obstétricos. “A mulher tem uma uretra mais curta e uma anatomia pélvica diferente da masculina. Além disso, gestação, parto vaginal e menopausa impactam diretamente a musculatura do assoalho pélvico, favorecendo os quadros de incontinência”, explica o especialista. Entenda os principais fatores de risco A incontinência urinária não é uma consequência inevitável do envelh...

Violência contra a mulher também é assunto de homem

  Fundador e Presidente do Conselho de Administração do grupo Ser Educacional, Janguiê Diniz diz que quando não se confronta o desrespeito, acaba-se contribuindo para que ele continue a existir    Os casos recentes de violência e abusos contra mulheres e meninas no Brasil voltaram a escancarar uma realidade que, infelizmente, ainda insiste em se repetir. Notícias de feminicídios, agressões domésticas, estupros e diferentes formas de violência de gênero surgem com frequência alarmante, lembrando-nos de que o problema está longe de ser resolvido. No entanto, há um ponto que precisa ser cada vez mais enfatizado nesse debate: combater a violência contra a mulher também é responsabilidade dos homens.     Durante muito tempo, esse tema foi tratado como uma pauta tida como feminina. As mulheres, com razão, lideraram movimentos de denúncia, conscientização e transformação social. Mas a violência de gênero não pode ser combatida apenas por quem s...

Por que mulheres se sentem culpadas ao dizer “não”

  A juíza federal Alessandra Belfort, especialista em carreira, emoções e presença, explica como a educação emocional feminina impacta a culpa, a carreira e a dificuldade de estabelecer limites Dizer “não” ainda é um desafio emocional para muitas mulheres. Mesmo quando estão exaustas, sobrecarregadas ou diante de pedidos injustos, o sentimento de culpa costuma aparecer, como se estabelecer limites fosse sinônimo de egoísmo ou falha moral. Para a juíza federal Alessandra Belfort, especialista em carreira, emoções e presença, esse comportamento não é individual, mas estrutural. “A culpa feminina ao dizer ‘não’ é aprendida. Ela nasce de uma educação emocional que ensinou mulheres a agradar, cuidar e sustentar relações, muitas vezes às custas de si mesmas”, explica. A educação emocional feminina e a dificuldade de negar Desde cedo, muitas mulheres são estimuladas a serem compreensivas, disponíveis e conciliadoras. Em contrapartida, aprendem pouco sobre limites, assertividade e autodefe...

Diálogos Globais ampliam agenda da Marcha das Mulheres Negras por Reparação e Bem Viver em Brasília

  Entre os dias  22 e 24 de novembro, Brasília (DF) será palco dos Diálogos Globais por Reparação e Bem Viver , iniciativa do Comitê Impulsor Global rumo à Marcha das Mulheres Negras por Reparação e Bem Viver, formado por mulheres de mais de 37 países.  O encontro propõe uma experiência de intercâmbio entre saberes, histórias e resistências femininas negras, reunindo mulheres negras e aliadas para refletir sobre as múltiplas formas de violência, desigualdade e invisibilização enfrentadas historicamente. As inscrições são gratuitas.  CLIQUE AQUI E INSCREVA-SE.   O evento integra a programação oficial da Marcha das Mulheres Negras por Reparação e Bem Viver, que acontece no dia 25 de novembro, em Brasília, e se coloca como um espaço de construção coletiva de alternativas globais para justiça social, reparação histórica e da construção do Bem Viver, conceito que valoriza a harmonia entre comunidades, meio ambiente, território e cuidado com a vida em suas múltiplas d...

Sem moradia digna, não há justiça climática: relatório aponta correlação entre a crise climática e a crise habitacional no país

  A crise climática e a crise habitacional estão profundamente conectadas em um ciclo: os desastres socioambientais destroem moradias e infraestrutura urbana, agravando a crise habitacional; e, ao mesmo tempo, a falta de acesso à moradia digna empurra grupos vulnerabilizados para áreas de risco, reforçando o racismo ambiental e ampliando os efeitos da própria crise climática.  Essa é a principal mensagem do relatório  “ Sem Moradia Digna, Não Há Justiça Climática ”  e do  documentário “O morro desceu e era Carnaval”  que serão lançados pela ONG Habitat para a Humanidade Brasil no dia 13 de novembro, das 18h às 20h, no Espaço Tuy Cultural, em Belém (PA), durante a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP30).   A publicação propõe uma nova leitura sobre o  ciclo que liga o direito à moradia digna à temática da justiça climática, abordando três dimensões fundamentais: adaptação, perdas e danos, e reconstrução . O re...