Pular para o conteúdo principal

Postagens

Mostrando postagens com o rótulo mulheres

Estratégia inteligente para quem valoriza o dinheiro!

Acreditar no próprio futuro não é fantasia. É decisão. Isso é visão. Isso é construção. Isso é entender que o tempo passa e que você pode usá-lo a seu favor. Sonhos não se realizam por acaso. Eles se constroem com estratégia, disciplina e planejamento. E é exatamente sobre isso: Usar o tempo como aliado, organizar recursos, plantar hoje para colher com força amanhã. Porque não é sobre ter agora. É sobre decidir que você vai ter e criar o plano para isso. Fale com o Eder Duarte -  https://www.instagram.com/eder.duarte_/    (11)97623-1048

ENDOMETRIOSE AFETA MAIS DE 36 MIL MULHERES EM BASE NACIONAL, APONTA ESTUDO

Levantamento da iHealth Clinical Insights mostra que dor é o sintoma mais recorrente e que condição atinge principalmente mulheres entre 40 e 59 anos São Paulo, abril de 2026 — Um levantamento da iHealth Insights dimensiona o impacto da endometriose na saúde das mulheres brasileiras. A análise, baseada em uma base de mais de 3 milhões de pacientes atendidos em 44 instituições de saúde em todo o país, aponta que ao menos 36.527 mulheres apresentam diagnóstico, histórico ou investigação da condição, o equivalente a 1,32% do total de pacientes do sexo feminino acompanhadas. A condição, caracterizada pela presença de tecido semelhante ao endométrio fora do útero, está frequentemente associada a sintomas que afetam diretamente a qualidade de vida. Entre os registros analisados, a dor aparece como o principal relato clínico, presente em 57% dos casos. Outros sintomas recorrentes incluem sangramentos (22%), cefaleia (14%), náuseas (13%) e alterações gastrointestinais, como diarreia (10%) e vô...

78% das mulheres afirmam que empresas ainda deixam a equidade de gênero em segundo plano, aponta pesquisa

  Pesquisa Infojobs 2026 revela lacunas em equidade salarial, apoio à dupla jornada e oportunidades igualitárias, sinalizando uma barreira social   A maioria das mulheres ainda percebe lacunas nas ações de equidade de gênero dentro das empresas. Segundo a Pesquisa Panorama da Mulher no Mercado de Trabalho 2026, do Infojobs, 78% das mulheres afirmam que temas como igualdade salarial, apoio à dupla jornada e oportunidades iguais não recebem atenção suficiente no ambiente corporativo. Apenas 22% acreditam que suas organizações lidam com essas questões de forma adequada.   Para Ana Paula Prado, CEO da Redarbor Brasil, detentora do Infojobs, o dado não é apenas um alerta social, mas também estratégico: “Empresas que não monitoram e atuam de forma efetiva sobre equidade e inclusão correm o risco de perder talentos e reduzir engajamento. Não se trata apenas de cumprir metas de diversidade, é gestão de capital humano com visão de negócios.”   O levantamento evidencia que, me...

UNG promove edição especial de Menção Honrosa em reconhecimento às mulheres

 Evento valoriza protagonismo feminino em diferentes segmentos sociais No dia 19 de março, a Universidade Guarulhos (UNG) promove a Menção Honrosa “Sociedade, Paz e Educação - Ser Mulher - Edição Especial 2026”, em reconhecimento ao protagonismo e à liderança feminina em mais de quatorze segmentos produtivos e sociais. A solenidade homenageia personalidades que, por meio de suas trajetórias, inspiram e contribuem para os desenvolvimentos econômico, social, artístico e cultural, político e empresarial, entre outros segmentos de reconhecida relevância.      A cerimônia acontece às 18h30, no Anfiteatro F da Instituição de Ensino Superior, reunindo convidados e homenageadas. O evento, além de destacar o protagonismo feminino na construção de uma sociedade mais inclusiva, igualitária e participativa, também mobiliza as novas gerações, por meio de exemplos de lideranças, a aprimorarem a leitura social do papel e do espaço histórico conquistado. A programação conta com apre...

Por que as mulheres são mais afetadas pela incontinência urinária?

  Dr. Nelson Batezini, urologista e especialista em disfunção miccional, explica os fatores que tornam o problema mais comum no público feminino Durante o mês de março, dedicado à conscientização sobre a saúde feminina, um tema ainda pouco debatido ganha relevância: a incontinência urinária. A condição, caracterizada pela perda involuntária de urina, atinge milhões de mulheres e pode comprometer significativamente a qualidade de vida. Segundo o urologista Dr. Nelson Batezini, especialista em disfunção miccional, a maior incidência no público feminino está relacionada principalmente a fatores anatômicos, hormonais e obstétricos. “A mulher tem uma uretra mais curta e uma anatomia pélvica diferente da masculina. Além disso, gestação, parto vaginal e menopausa impactam diretamente a musculatura do assoalho pélvico, favorecendo os quadros de incontinência”, explica o especialista. Entenda os principais fatores de risco A incontinência urinária não é uma consequência inevitável do envelh...

Treinamento sobre emoções e comunicação será realizado no dia 22 de março

Evento presencial será conduzido por jornalista e psicanalista O treinamento presencial “Vença o Medo e Liberte a Sua Emoção” será realizado dia 22 de março, com foco em autoconhecimento, comunicação consciente e fortalecimento de relacionamentos.  O encontro será conduzido pelo jornalista e mentor de oratória Claudio Palermo e pela psicanalista Angélica Palermo. Segundo os organizadores, a proposta é auxiliar participantes a compreender emoções, superar bloqueios internos e desenvolver comunicação mais segura e clara. A programação apresentará temas como desenvolvimento humano, inteligência emocional, comunicação assertiva e relacionamentos. O evento é aberto ao público interessado nessas áreas e também prevê parcerias com marcas alinhadas à temática. Ingressos disponíveis na plataforma Sympla.  Informações adicionais podem ser obtidas pelo telefone (11) 96597-1048 ou pelo perfil @vmle.treinamentos.  ■ https://www.sympla.com.br/evento/venca-o-medo-e-liberte-a-sua-emocao/...

Violência contra a mulher também é assunto de homem

  Fundador e Presidente do Conselho de Administração do grupo Ser Educacional, Janguiê Diniz diz que quando não se confronta o desrespeito, acaba-se contribuindo para que ele continue a existir    Os casos recentes de violência e abusos contra mulheres e meninas no Brasil voltaram a escancarar uma realidade que, infelizmente, ainda insiste em se repetir. Notícias de feminicídios, agressões domésticas, estupros e diferentes formas de violência de gênero surgem com frequência alarmante, lembrando-nos de que o problema está longe de ser resolvido. No entanto, há um ponto que precisa ser cada vez mais enfatizado nesse debate: combater a violência contra a mulher também é responsabilidade dos homens.     Durante muito tempo, esse tema foi tratado como uma pauta tida como feminina. As mulheres, com razão, lideraram movimentos de denúncia, conscientização e transformação social. Mas a violência de gênero não pode ser combatida apenas por quem s...

Por que mulheres se sentem culpadas ao dizer “não”

  A juíza federal Alessandra Belfort, especialista em carreira, emoções e presença, explica como a educação emocional feminina impacta a culpa, a carreira e a dificuldade de estabelecer limites Dizer “não” ainda é um desafio emocional para muitas mulheres. Mesmo quando estão exaustas, sobrecarregadas ou diante de pedidos injustos, o sentimento de culpa costuma aparecer, como se estabelecer limites fosse sinônimo de egoísmo ou falha moral. Para a juíza federal Alessandra Belfort, especialista em carreira, emoções e presença, esse comportamento não é individual, mas estrutural. “A culpa feminina ao dizer ‘não’ é aprendida. Ela nasce de uma educação emocional que ensinou mulheres a agradar, cuidar e sustentar relações, muitas vezes às custas de si mesmas”, explica. A educação emocional feminina e a dificuldade de negar Desde cedo, muitas mulheres são estimuladas a serem compreensivas, disponíveis e conciliadoras. Em contrapartida, aprendem pouco sobre limites, assertividade e autodefe...

Diálogos Globais ampliam agenda da Marcha das Mulheres Negras por Reparação e Bem Viver em Brasília

  Entre os dias  22 e 24 de novembro, Brasília (DF) será palco dos Diálogos Globais por Reparação e Bem Viver , iniciativa do Comitê Impulsor Global rumo à Marcha das Mulheres Negras por Reparação e Bem Viver, formado por mulheres de mais de 37 países.  O encontro propõe uma experiência de intercâmbio entre saberes, histórias e resistências femininas negras, reunindo mulheres negras e aliadas para refletir sobre as múltiplas formas de violência, desigualdade e invisibilização enfrentadas historicamente. As inscrições são gratuitas.  CLIQUE AQUI E INSCREVA-SE.   O evento integra a programação oficial da Marcha das Mulheres Negras por Reparação e Bem Viver, que acontece no dia 25 de novembro, em Brasília, e se coloca como um espaço de construção coletiva de alternativas globais para justiça social, reparação histórica e da construção do Bem Viver, conceito que valoriza a harmonia entre comunidades, meio ambiente, território e cuidado com a vida em suas múltiplas d...

Sem moradia digna, não há justiça climática: relatório aponta correlação entre a crise climática e a crise habitacional no país

  A crise climática e a crise habitacional estão profundamente conectadas em um ciclo: os desastres socioambientais destroem moradias e infraestrutura urbana, agravando a crise habitacional; e, ao mesmo tempo, a falta de acesso à moradia digna empurra grupos vulnerabilizados para áreas de risco, reforçando o racismo ambiental e ampliando os efeitos da própria crise climática.  Essa é a principal mensagem do relatório  “ Sem Moradia Digna, Não Há Justiça Climática ”  e do  documentário “O morro desceu e era Carnaval”  que serão lançados pela ONG Habitat para a Humanidade Brasil no dia 13 de novembro, das 18h às 20h, no Espaço Tuy Cultural, em Belém (PA), durante a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP30).   A publicação propõe uma nova leitura sobre o  ciclo que liga o direito à moradia digna à temática da justiça climática, abordando três dimensões fundamentais: adaptação, perdas e danos, e reconstrução . O re...

Síndrome metabólica pode aumentar o risco de câncer de mama? cardiologista explica

  Segundo a médica Dra. Lívia Sant'ana hipertensão, diabetes, colesterol alto e excesso de gordura abdominal podem favorecer o surgimento de tumores Por trás de doenças aparentemente diferentes, como hipertensão, diabetes e colesterol alto, existe uma ligação silenciosa, mas perigosa: a síndrome metabólica. A condição, que afeta milhões de brasileiros, é marcada pela combinação de fatores que comprometem o metabolismo e aumentam significativamente o risco de doenças cardiovasculares e, segundo estudos recentes, também pode estar associada ao câncer de mama. De acordo com a médica cardiologista e especialista em nutrologia, Dra. Lívia Sant’Ana, o alerta é especialmente importante para mulheres acima dos 40 anos, faixa etária em que tanto as alterações metabólicas quanto o câncer de mama se tornam mais prevalentes. “A síndrome metabólica ocorre quando o paciente apresenta pelo menos três dos seguintes fatores: pressão alta, glicemia elevada, excesso de gordura abdominal, colesterol H...

Empresas são convocadas a promover carreira de jovens negras

  Programa criado pela Rede MUDE Com Elas propõe compromissos concretos para enfrentar desigualdades no mercado de trabalho e ampliar a presença de mulheres negras em posições de liderança Jovens mulheres negras continuam enfrentando os maiores obstáculos para ingressar, permanecer e progredir em espaços profissionais qualificados no Brasil. Mesmo com avanços educacionais, elas seguem no grupo mais atingido pelo desemprego e pela informalidade. Segundo dados da PNAD Contínua (IBGE, 3º trimestre de 2024), 41,8% das jovens negras trabalham em condições informais, contra 32,8% das jovens brancas. No cuidado doméstico e familiar, a desigualdade é ainda mais acentuada: mais da metade das jovens negras entre 25 e 29 anos (51,9%) dedica, em média, 22 horas semanais a essas tarefas — quase o dobro do tempo gasto por jovens brancas.    Para enfrentar essa realidade, a Rede MultiAtores MUDE com Elas lança os Compromissos MUDE com Elas, um conjunto de sete compromissos concre...

Mulheres que comunicam: quando falar também é um ato político

 Por Karoline Kantovick Durante muito tempo, o espaço da fala foi negado às mulheres.  Quando falavam demais, eram vistas como inconvenientes. Quando falavam pouco, como frágeis. Quando falavam com firmeza, como arrogantes. A comunicação feminina sempre foi atravessada por um paradoxo: é preciso ser ouvida sem parecer “intensa demais”. Eu cresci observando esse silêncio aprendido. Vinda de uma família simples, aprendi que “ser educada” era muitas vezes o mesmo que “falar baixo”. Mas foi justamente quando descobri o poder da palavra e o poder de contar histórias que entendi o quanto a comunicação podia ser uma ferramenta de libertação. Falar é existir. Ser ouvida é resistir. A comunicação como território de disputa. A comunicação não é neutra. Como nos lembra a teórica bell hooks, a linguagem é também um espaço de poder — ela pode oprimir, mas também pode libertar.  Quando as mulheres ocupam o microfone, o texto, o post, a câmera, elas não apenas se expressam: elas reescre...

Alerta: Bebida adulterada por metanol pode cegar

  O número de intoxicações por bebida adulterada registrados em setembro pelo CIATOX (Centro de Informação e Assistência Toxicológica) de Campinas bateu recorde. Somou 9 intoxicações com dois casos de cegueira no estado de São Paulo, além de mais 10 pacientes sob investigação até o dia 25 do mês.   De acordo com o oftalmologista Leôncio Queiroz Neto diretor executivo do Instituto Penido Burnier de Campinas quando o metanol entra na corrente sanguínea é transformado em ácido fórmico, substância que diminui a oxigenação das células e é altamente tóxica. A toxidade somada à falta de oxigênio, explica, atacam o nervo óptico desencadeando neurite óptica. Caso a doença não receba o tratamento adequado durante a fase inicial ou aguda causa a perda irrecuperável da visão. Já a intoxicação sistêmica causa sérios danos ao fígado, rim, coração, pâncreas e até alterações na camada externa do cérebro que caracterizam a esclerose múltipla, levando ao óbito   O especialista diz que os s...