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Mostrando postagens com o rótulo previdencia privada

Você lidera pessoas… ou apenas cobra resultados?

  A verdade é que muitos dos desafios dentro das empresas não estão nos processos — estão nas emoções, nos conflitos e no comportamento das pessoas. E é aí que entra a psicanálise . 🧠 Entender o que não é dito 💬 Melhorar a comunicação 🔥 Reduzir conflitos 📈 Potencializar resultados Claudio Palermo e Angélica Palermo ajudam gestores, CEOs e líderes a desenvolverem uma liderança mais consciente, humana e estratégica. Porque liderar de verdade é compreender pessoas. 👉 Quer transformar sua equipe e seus resultados? Comece pelo entendimento. #Liderança #Psicanálise #GestãoDePessoas #InteligênciaEmocional #Empreendedorismo #AltaPerformance #Comunicação #LiderançaHumanizada #DesenvolvimentoPessoal #CEO #Gestão #Resultados

Migração de plano de previdência reacende debate sobre proteção aos aposentados

 A migração de planos de previdência de Benefício Definido (BD) para Contribuição Definida (CD) voltou ao centro das discussões no sistema de previdência complementar fechado. A mudança, que transfere ao participante uma parcela maior dos riscos relacionados ao valor da aposentadoria, tem mobilizado aposentados e pensionistas que cobram maior participação nas decisões sobre alterações nos planos. O debate ocorre em um momento de transformação da previdência complementar fechada. Embora os planos de Contribuição Definida tenham avançado nos últimos anos, os planos de Benefício Definido ainda concentram 54% dos cerca de R$ 1,4 trilhão administrados pelas entidades fechadas de previdência complementar, segundo o Relatório de Gestão 2025 da Previc.  Os planos CD representam 16% desse patrimônio, enquanto os de Contribuição Variável (CV) respondem por 30%. Na prática, isso significa que aproximadamente R$ 758 bilhões permanecem vinculados a planos de Benefício Definido, modelo que ...

Famílias deixam de resgatar até R$ 50 mil em benefícios no pós-perda, aponta levantamento da Planeje Bem

 Milhas, seguros, auxílios e previdência privada estão entre os direitos mais esquecidos, e  podem representar valores entre R$ 10 mil e R$ 50 mil São Paulo, julho de 2025 — No momento da perda de um ente querido, a atenção da maioria das famílias costuma se voltar ao inventário e aos bens mais visíveis — como imóveis e contas bancárias. No entanto, uma série de benefícios financeiros e sociais seguem esquecidos, muitas vezes por desconhecimento. São os chamados ativos invisíveis: direitos garantidos por lei ou por vínculo contratual que, quando não são resgatados dentro do prazo, retornam aos cofres das instituições e não podem mais ser acessados. Entre eles estão seguros de vida, previdência privada (PGBL ou VGBL), FGTS, PIS/PASEP, pensão por morte, milhas acumuladas, carteiras virtuais, auxílio-funeral e indenizações trabalhistas. “Muitos acreditam que tudo precisa passar pelo inventário, mas há uma série de ativos que não exigem esse processo e que podem ser resgatados de ...