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Ser Host vai muito além de fazer perguntas - Por Claudio R.Palermo

Ser Host vai muito além de fazer perguntas.  É criar conexões, conduzir conversas e gerar experiências memoráveis.  Ao longo da minha trajetória no rádio, podcasts, eventos e apresentações corporativas, percebi que muitos profissionais possuem conhecimento, mas ainda encontram dificuldades para conduzir entrevistas com segurança, naturalidade e presença.  Por isso desenvolvi minha Mentoria para Hosts, um treinamento prático para quem deseja apresentar podcasts, eventos, lives, programas de rádio e entrevistas com mais confiança e profissionalismo.  Durante a mentoria, trabalhamos técnicas de postura, improviso, controle emocional, elaboração de perguntas, escuta ativa e estratégias para criar uma conexão genuína com convidados e audiência.  Um bom host não apenas conduz uma conversa. Ele transforma conteúdo em experiência. Se você deseja elevar seu nível de comunicação e se destacar como apresentador, estou pronto para ajudá-lo nessa jornada. 📲 Informações: (11...

Famílias deixam de resgatar até R$ 50 mil em benefícios no pós-perda, aponta levantamento da Planeje Bem

 Milhas, seguros, auxílios e previdência privada estão entre os direitos mais esquecidos, e 

podem representar valores entre R$ 10 mil e R$ 50 mil


São Paulo, julho de 2025 — No momento da perda de um ente querido, a atenção da

maioria das famílias costuma se voltar ao inventário e aos bens mais visíveis — como

imóveis e contas bancárias. No entanto, uma série de benefícios financeiros e sociais

seguem esquecidos, muitas vezes por desconhecimento. São os chamados ativos

invisíveis: direitos garantidos por lei ou por vínculo contratual que, quando não são

resgatados dentro do prazo, retornam aos cofres das instituições e não podem mais ser

acessados.

Entre eles estão seguros de vida, previdência privada (PGBL ou VGBL), FGTS, PIS/PASEP,

pensão por morte, milhas acumuladas, carteiras virtuais, auxílio-funeral e indenizações

trabalhistas. “Muitos acreditam que tudo precisa passar pelo inventário, mas há uma série

de ativos que não exigem esse processo e que podem ser resgatados de forma mais

simples — desde que a família saiba onde buscar”, explica Carolina Aparicio, co-CEO da

Planeje Bem, plataforma pioneira no Brasil em planejamento sucessório e apoio pós-perda.

A ausência de planejamento ou a falta de orientação adequada pode representar perdas de

R$ 10 mil a R$ 50 mil por família, além do desgaste emocional causado pela incerteza e

burocracia. Essa estimativa é resultado de um levantamento interno da Planeje Bem com

mais de 100 contas analisadas pela plataforma, que identificou um padrão recorrente de

ativos não resgatados. O desafio maior é que muitos desses benefícios possuem prazos

legais de solicitação. Se não forem acionados a tempo, tornam-se inacessíveis. “Já vimos

casos em que, com o uso de tarifas emergenciais ou solicitação de reembolso em caso de

falecimento de um familiar, uma família conseguiu economizar mais de 80% nos custos do

deslocamento para o funeral. Esse é só um exemplo do que passa despercebido”, aponta

Carolina.


Uma jornada difícil — que não precisa ser solitária


A Planeje Bem oferece um serviço completo para ajudar famílias a localizarem e

resgatarem esses direitos. Desde checklists personalizados, apoio documental necessário,

a plataforma reúne todas as informações que a família precisa para entrar em contato com 

os órgãos públicos e privados.A atuação da Planeje Bem é voltada a tornar esse momento

menos confuso, mais prático e financeiramente mais seguro.

Entre os erros mais comuns, estão deixar de buscar pensão por morte junto ao INSS, não

verificar apólices de seguros de vida (individuais ou corporativos), e esquecer de avaliar

benefícios oferecidos pelas empresas — como assistência funeral, auxílios e seguros

atrelados a cartões de crédito ou financiamentos. “Nossa missão é que nenhuma família

perca o que é seu por falta de orientação”, afirma Ana Luiza Affonso, co-CEO da Planeje

Bem.


Cuidar em vida é um ato de responsabilidade

Além do suporte pós-perda, a plataforma também atua na organização preventiva, com

orientações sobre testamento vital, planejamento sucessório e organização de documentos.

A recomendação é manter uma lista com os vínculos ativos e comunicar pessoas de

confiança sobre sua existência. “Organizar-se não é antecipar o fim, mas garantir dignidade

e segurança para quem fica”, reforça Ana.


A pandemia acelerou essa mudança de percepção. De acordo com a Planeje Bem, houve

um crescimento significativo na busca por informações e serviços relacionados ao pós-

perda nos últimos anos. “A dor da perda é inevitável, mas a desinformação pode ser

evitada. O que oferecemos é acolhimento prático, com linguagem clara, tecnologia e

informação”, finaliza Carolina.


Sobre Planeje Bem


A Planeje Bem é a primeira plataforma digital brasileira dedicada ao planejamento sucessório e ao

apoio pós-perda. Ela oferece aos clientes ferramentas para organizar de forma antecipada questões

jurídicas e burocráticas relacionadas ao final da vida, proporcionando segurança e tranquilidade tanto

para os indivíduos quanto para suas famílias.



Com uma abordagem inovadora no mercado, a Planeje Bem já conquistou grandes nomes no setor

de seguros e assistências, e oferece serviços como: simulação de inventário; criação de testamento

particular; testamento vital; apoio pós-perda com orientações práticas sobre as burocracias após o

falecimentoCom o apoio dessas soluções, a Planeje Bem assegura uma experiência mais tranquila e

menos onerosa para as famílias, em um dos momentos mais difíceis da vida.

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