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Mostrando postagens com o rótulo Juiza federal Alessandra Belfort

O que ler para crescer em 2027? Executivos compartilham suas indicações

  De ecossistemas de parceiros a finanças comportamentais, 15 lideranças indicam leituras que influenciam decisões reais de crescimento e posicionamento   2027 batendo na porta e é o período em que empresas revisam metas, ajustam estratégias e buscam alternativas para iniciar o ano com resultados melhores. Para executivos e empreendedores que precisam tomar decisões sobre crescimento, posicionamento, eficiência operacional ou gestão de equipes, a leitura certa pode antecipar erros e acelerar aprendizados.   Para esta lista, 15 lideranças de empresas com atuação em áreas como tecnologia, inovação, serviços e negócios B2B compartilham quais livros recomendam para quem quer crescer com mais clareza estratégica em 2027. As indicações vão de gestão de parcerias e posicionamento de produto a finanças comportamentais e cultura organizacional, temas recorrentes nas decisões do dia a dia.   10x é mais fácil que 2x Autor do livro “Crescimento Atômico”, em que reúne as seis for...

Mães e culpa: o cérebro por trás da sensação de nunca fazer o suficiente

  Mães, especialista Alessandra Belfort explica por que muitas mulheres sentem que estão sempre em falta, e o que o cérebro tem a ver com isso No mês do Dia das Mães, período marcado por homenagens e idealizações da maternidade, um sentimento silencioso costuma ganhar força entre muitas mulheres: a sensação de nunca estar fazendo o suficiente. Embora comum, essa percepção não se resume a uma questão emocional ou comportamental. Segundo especialistas, há um componente cognitivo importante por trás desse padrão, relacionado à forma como o cérebro processa decisões, erros e responsabilidade. De acordo com a juíza federal e pesquisadora das relações entre emoção e tomada de decisão, Alessandra Belfort, esse sentimento não surge por fragilidade individual, mas por um funcionamento natural do cérebro diante de demandas complexas. “A mãe que sente que nunca faz o suficiente não está sendo irracional. Ela está respondendo a um sistema de avaliação que o cérebro nunca desliga, o mesmo siste...

Por que mulheres se sentem culpadas ao dizer “não”

  A juíza federal Alessandra Belfort, especialista em carreira, emoções e presença, explica como a educação emocional feminina impacta a culpa, a carreira e a dificuldade de estabelecer limites Dizer “não” ainda é um desafio emocional para muitas mulheres. Mesmo quando estão exaustas, sobrecarregadas ou diante de pedidos injustos, o sentimento de culpa costuma aparecer, como se estabelecer limites fosse sinônimo de egoísmo ou falha moral. Para a juíza federal Alessandra Belfort, especialista em carreira, emoções e presença, esse comportamento não é individual, mas estrutural. “A culpa feminina ao dizer ‘não’ é aprendida. Ela nasce de uma educação emocional que ensinou mulheres a agradar, cuidar e sustentar relações, muitas vezes às custas de si mesmas”, explica. A educação emocional feminina e a dificuldade de negar Desde cedo, muitas mulheres são estimuladas a serem compreensivas, disponíveis e conciliadoras. Em contrapartida, aprendem pouco sobre limites, assertividade e autodefe...