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Mostrando postagens com o rótulo José Saramago

Ela se chama CRIOLA, tem 34 anos, e é a prova de que mulheres negras organizadas podem mudar o Brasil

Organização que atua há mais de três décadas no combate ao racismo contra mulheres e meninas negras, cis e trans, celebra seu aniversário personificando sua própria trajetória personificação de CRIOLA criada por IA   Ela se chama CRIOLA. Nasceu em 1992 e completa 34 anos. Esse é o retrato de uma vida inteira construída a muitas mãos, cheia de conquistas. É essa mulher que CRIOLA, organização de mulheres negras, escolhe apresentar neste aniversário: uma síntese do que mulheres negras brasileiras vêm construindo, coletivamente, e do que a própria organização ajudou a construir.   CRIOLA nasceu de um movimento. No ano de seu nascimento, mulheres negras do Brasil e da América Latina já se articulavam para colocar seus direitos na pauta pública, e o 25 de julho se tornava o Dia da Mulher Negra latino-americana e caribenha. Ainda criança, CRIOLA integrou a Articulação de Organizações de Mulheres Negras Brasileiras (AMNB), que levaria essa voz coletiva até a Conferência de Durban da ...

Lisboa: Autor brasileiro, Afonso Borges apresenta “Tardes Brancas” em abril

O escritor brasileiro Afonso Borges vai apresentar, no próximo dia 16 de abril, às 18h30, na Casa dos Bicos (Fundação José Saramago), em Lisboa, o seu mais recente livro “Tardes Brancas”, numa sessão promovida pela Editora Nós que contará com a participação dos escritores Rafael Gallo e João Gabriel de Lima, que conduzirão a apresentação em formato de conversa. O encontro integra-se na estratégia da Editora Nós de afirmar em Portugal autores relevantes da literatura contemporânea lusófona e de promover o diálogo entre diferentes espaços culturais da língua portuguesa. Publicado originalmente em 2024, “Tardes Brancas” reúne 26 contos e cinco poemas, explorando “as tensões fraturantes do quotidiano: os amores que se constroem e desfazem, os desencontros que orientam destinos, a violência discreta que se entranha nos dias, a memória que insiste em regressar e o espanto perante o inesperado”. A obra marca a afirmação de Borges enquanto ficcionista, depois de um percurso consolidado na prom...