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Mostrando postagens com o rótulo doenças no coração

O que ler para crescer em 2027? Executivos compartilham suas indicações

  De ecossistemas de parceiros a finanças comportamentais, 15 lideranças indicam leituras que influenciam decisões reais de crescimento e posicionamento   2027 batendo na porta e é o período em que empresas revisam metas, ajustam estratégias e buscam alternativas para iniciar o ano com resultados melhores. Para executivos e empreendedores que precisam tomar decisões sobre crescimento, posicionamento, eficiência operacional ou gestão de equipes, a leitura certa pode antecipar erros e acelerar aprendizados.   Para esta lista, 15 lideranças de empresas com atuação em áreas como tecnologia, inovação, serviços e negócios B2B compartilham quais livros recomendam para quem quer crescer com mais clareza estratégica em 2027. As indicações vão de gestão de parcerias e posicionamento de produto a finanças comportamentais e cultura organizacional, temas recorrentes nas decisões do dia a dia.   10x é mais fácil que 2x Autor do livro “Crescimento Atômico”, em que reúne as seis for...

Doenças cardiovasculares no Brasil: por que o AVC e o infarto estão atingindo cada vez mais adultos jovens?

  Especialistas defendem que prevenção deve começar décadas antes do surgimento dos primeiros sintomas Mais de duzentas mil pessoas morreram em decorrência de doenças cardiovasculares no Brasil entre janeiro e junho de 2026, segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) 1 . No ano anterior, o Acidente Vascular Cerebral (AVC) foi responsável por 64.471 mortes no país – uma média de um óbito a cada seis minutos –, de acordo com levantamento do Conselho Federal de Farmácia (CFF) 2 , com base em dados do Registro Civil.   O impacto das doenças cardiovasculares também tem avançado entre a população mais jovem. Informações do Ministério da Saúde 3,4 indicam que, entre 2000 e 2024, as internações por infarto entre brasileiros com menos de 40 anos aumentaram 180%, reforçando o alerta para a adoção de medidas de prevenção e o controle dos fatores de risco desde a juventude.   Para Carlos Rassi, coordenador de Cardiologia do Hospital Sírio-Libanês em Brasília, esse quadro re...

Infarto: falta de ação rápida aumenta risco de morte

Especialista, Dr. Raphael Boesche Guimarães, explica por que esperar os sintomas passarem pode comprometer o tratamento e aumentar o risco de complicações As doenças cardiovasculares seguem como a principal causa de morte no Brasil e, dentro desse cenário, o Infarto Agudo do Miocárdio lidera os óbitos. Dados do Sistema Único de Saúde (SUS) e do Ministério da Saúde apontam que o país registra entre 300 mil e 400 mil casos de infarto por ano. A estimativa é que, a cada 5 a 7 casos, ocorra um óbito, reforçando a gravidade do quadro e a importância do atendimento rápido. Apesar disso, o maior desafio no tratamento ainda começa antes da chegada ao hospital: a demora na decisão de buscar ajuda. “O maior atraso no tratamento do infarto não está no hospital, mas na decisão do paciente de procurar atendimento. Muitas pessoas ainda esperam a dor passar ou tentam interpretar os sintomas, e isso pode comprometer completamente o desfecho”, explica o cardiologista Dr. Raphael Boesche Guimarães. Segu...