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A mensagem que atravessa o oceano: Ana Poltera leva a valorização da vida de Portugal à Suíça

  Quando o autoconhecimento e a superação se transformam em propósito, a palavra ganha força para cruzar fronteiras e transformar realidades. É exatamente essa a missão que a empresária, escritora, palestrante e mentora Ana Poltera vem desempenhando na Europa. No último dia 14 de setembro, Ana participou do evento “Conexão Global Portugal” , realizado nas instalações da Jethro International, em Paço de Arcos (concelho de Oeiras). O encontro reuniu empresárias, empreendedoras e profissionais de diversas áreas em um ambiente voltado para o desenvolvimento interpessoal, a troca de experiências e a criação de novas pontes profissionais. A passagem por solo luso serviu como preparação para um passo ainda maior: nos próximos dias, Ana Poltera lidera em Lausanne, na Suíça — país onde reside —, a programação do “Conexão Global Suíça - Edição Setembro Amarelo: conectar é acolher” . Transformando dores em caminhos de cura Radicada no país helvético, Ana desenvolve um trabalho focado em fert...

Uso de inteligência artificial por menores acende alerta global

 Segundo especialista, só a educação tecnológica pode preparar crianças para lidar com IA de forma ética e segura

 

A investigação aberta pela Comissão Federal de Comércio (FTC), nos Estados Unidos, sobre o uso de chatbots de inteligência artificial por crianças e adolescentes levantou uma preocupação que extrapola fronteiras: quais os riscos reais de ferramentas tão sofisticadas quando utilizadas por menores de idade? Empresas como Google, Meta, OpenAI e xAI foram questionadas sobre as medidas adotadas para proteger esse público em ambientes virtuais.

 

Para Marco Giroto, especialista em educação tecnológica e fundador da SuperGeeks - Escola de I.A., Tecnologia e Competências do Futuro para todas as idades, esse debate precisa ir além das práticas das grandes empresas. “A discussão não pode ficar restrita às políticas de uso das plataformas. É preciso formar crianças e adolescentes capazes de compreender como essas tecnologias funcionam, quais os limites éticos envolvidos e de que maneira devem ser utilizadas com responsabilidade”, avalia.




 

A inteligência artificial já faz parte do cotidiano dos jovens e adultos, seja em redes sociais, jogos ou ferramentas de estudo. Quando não há preparo, o risco aumenta. A criança pode ser exposta a conteúdos inadequados, manipulações ou interações nocivas. Por outro lado, quando existe orientação adequada, a mesma tecnologia pode ser usada como instrumento de aprendizado, criatividade e inovação.

 

A investigação da FTC, assim como iniciativas da Casa Branca voltadas à proteção de menores no ambiente digital, aponta para um movimento crescente de regulação. Mas, na visão de Giroto, o papel da educação é central para reduzir vulnerabilidades e potencializar o uso positivo da tecnologia. “Regulamentar é necessário, mas não substitui a formação. Só uma geração que entende de tecnologia de forma crítica poderá navegar nesse cenário de maneira segura”, conclui.

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