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Com quase 500 artistas no palco, Feira Conexão Social destaca atuação do terceiro setor em Campinas

  Segunda edição do evento reuniu organizações sociais na Lagoa do Taquaral com apresentações culturais, gastronomia, artesanato e ações de convivência A segunda edição da Feira Conexão Social, realizada pela Integra Campinas Associação das Organizações Sociais Filantrópicas de Campinas, aconteceu nos dias 7 e 8 de agosto, na Lagoa do Taquaral, reunindo diferentes iniciativas do terceiro setor. Ao longo da programação, 496 integrantes das organizações participantes subiram ao palco para apresentações de dança, música, coral, capoeira, hip hop, fanfarra, orquestra de flautas e da bateria do bloco carnavalesco Unidos do Candinho. As atrações movimentaram a programação e atraíram o público presente na feira, proporcionando momentos de interação com os participantes. O evento contou ainda com praça de alimentação, bazares beneficentes, feira de artesanato e espaços de convivência. “Algo muito bonito de observar durante a feira foi a participação dos integrantes das instituições, entre ...

Mercado imobiliário atrai profissionais de diferentes áreas e amplia a diversidade na corretagem

 Histórias de transição de carreira refletem um movimento que acompanha a expansão e a profissionalização do setor

Jennifer Sousa, corretora de imóveis na MRV




São Paulo, 19 de agosto de 2026 – Uma conversa durante uma corrida de aplicativo levou Jennifer Sousa, de 37 anos, a mudar de carreira e ingressar no mercado imobiliário. A trajetória da ex-motorista ilustra um movimento que acompanha a expansão do setor: a corretagem tem atraído profissionais com experiências em áreas como transporte, comércio, serviços e setor financeiro, que levam para a atividade competências desenvolvidas ao longo de suas trajetórias.
 

Para a MRV, esse movimento acompanha a evolução da corretagem, que passou a demandar um conjunto mais amplo de competências e um atendimento cada vez mais consultivo.
 

"A corretagem evoluiu significativamente nos últimos anos. Hoje, além do conhecimento sobre o mercado imobiliário, a atividade exige capacidade de relacionamento, negociação e compreensão das necessidades dos clientes. Pessoas que atuaram em outras áreas chegam trazendo repertórios importantes, que enriquecem o atendimento e ajudam a compreender diferentes perfis de consumidores", afirma Thiago Ely, vice-presidente Comercial e de Marketing da MRV.
 

Os dados do setor reforçam essa percepção. Segundo levantamento do COFECI em parceria com a DataZAP, apresentado durante o Conecta Imobi 2025, o Brasil reúne mais de 650 mil corretores de imóveis, número que cresceu cerca de 195% nos últimos 15 anos, tornando o país o segundo maior mercado de corretagem do mundo.
 

O levantamento também mostra uma categoria cada vez mais qualificada. Atualmente, 62% dos corretores possuem ensino superior, percentual acima da média nacional. Além disso, 96% afirmam sentir orgulho da profissão e 60% dizem estar muito satisfeitos com a carreira.
 

Da mudança de carreira ao mercado imobiliário
 

Mãe solo, Jennifer Sousa trabalhou por cerca de seis anos como motorista de aplicativo em Belo Horizonte. Em busca de melhores perspectivas de renda, após conhecer um corretor da MRV durante uma corrida, ela passou por cursos para obtenção do registro profissional e decidiu participar de um processo de credenciamento de corretores autônomos da MRV.
 

"Passei cerca de 50 dias sem vender nenhum imóvel, mas continuei persistindo. Quando as primeiras vendas aconteceram, percebi que tinha feito a escolha certa. Consegui trocar de carro, comprar um lote, começar a construir minha casa e oferecer uma qualidade de vida melhor para os meus filhos. Foi uma mudança importante na minha vida".
 

Jennifer não foi um caso isolado. Em Salvador, Danilo Santana Esquivel, de 34 anos, também decidiu mudar de carreira. Formado em Ciências Contábeis e com experiência na área financeira, viu na corretagem uma oportunidade de unir seus conhecimentos técnicos ao atendimento ao cliente.
 

Após ingressou no mercado imobiliário e se credenciar como corretor autônomo pela MRV, percebeu que a formação anterior continuava sendo um diferencial. "Os conhecimentos financeiros me ajudam muito na orientação aos clientes. Hoje, também tenho a oportunidade de acompanhar uma das decisões mais importantes da vida das pessoas", afirma.

Para Thiago Ely, a chegada de profissionais com diferentes experiências amplia a diversidade da corretagem e fortalece a qualidade da relação com os clientes.
 

"Não existe um único perfil para ser corretor. Habilidades como relacionamento, negociação, atendimento ao cliente e resiliência podem ser desenvolvidas em diferentes profissões e fazem diferença na corretagem. Nosso papel é oferecer capacitação e ferramentas para que esses profissionais transformem essa bagagem em um atendimento cada vez mais qualificado", conclui.



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