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Tecnologia na medicina preventiva: como antecipar riscos, reduzir sinistralidade e melhorar resultados

  Por José Guilherme Merchiori   O mercado global de medicina preventiva, que engloba tecnologias e serviços voltados à prevenção, detecção precoce e gestão de doenças, deve atingir US$ 485 bilhões até 2033, segundo estudo da iHealthcareAnalyst. Esse movimento global se traduz, no Brasil, em necessidade de controlar sinistralidade e custos assistenciais crescentes.   No entanto, atualmente, o setor de operadoras e autogestões enfrenta desafios recorrentes, como a pressão sobre a sinistralidade, o crescimento da judicialização e beneficiários cada vez mais exigentes em relação ao acesso e à experiência. Além disso, impacto em reajustes, margens e competitividade, e o risco de perda de beneficiários quando a experiência é ruim têm alterado significativamente a dinâmica do setor, ampliando a pressão sobre operadores e autogestões, especialmente diante de índices de sinistralidade que já ultrapassam 85% no Brasil, segundo a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar). Ness...

[ARTIGO] Democratização do conhecimento via plataformas digitais

 

*Por Eduardo Conejo

 

Nos últimos anos, o avanço das plataformas digitais transformou profundamente a forma como as pessoas aprendem, compartilham conhecimento e se qualificam para o mercado de trabalho. Se antes o acesso à educação especializada era limitado por fatores geográficos ou financeiros, hoje a tecnologia tem permitido que cada vez mais pessoas desenvolvam novas habilidades a partir de qualquer lugar.

 

A democratização do conhecimento é um dos efeitos mais positivos desse movimento. Por meio de ambientes digitais, conteúdos educacionais que antes estavam restritos a universidades ou centros de formação estão acessíveis a estudantes, profissionais e entusiastas de tecnologia em todo o país.

 

Nesse contexto, iniciativas de capacitação online têm desempenhado um papel fundamental ao ampliar o acesso à formação em áreas estratégicas para o futuro do trabalho, como programação, inteligência artificial, desenvolvimento de aplicativos e inovação digital.

 

Em paralelo a isso, a procura por qualificação também cresce. No período de um ano, entre 2023 e 2024, o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) registrou um aumento1 de 11 mil estudantes (cinco vezes mais) interessados em cursos desse tema.

 

Em respostas a esse movimento, o Samsung Ocean, programa de capacitação tecnológica da Samsung, já capacitou mais de 221 mil pessoas desde seu lançamento, em 2014. O programa oferece aulas e cursos gratuitos ao vivo com instrutores voltados à inovação tecnológica e ao desenvolvimento de novas competências e pessoas de todas as regiões do Brasil têm acesso ao conteúdo remotamente.

 

A cada mês, o programa disponibiliza uma agenda diversificada de atividades que atendem diferentes perfis de público. Há cursos introdutórios voltados para quem deseja dar os primeiros passos no universo da tecnologia, bem como conteúdos mais avançados para profissionais que buscam aprofundar conhecimentos ou atualizar suas competências.

 

Essa diversidade de temas e níveis de conhecimento reflete uma realidade cada vez mais presente no mercado: o aprendizado contínuo. Em um cenário de rápidas transformações tecnológicas, desenvolver novas habilidades deixou de ser uma etapa pontual da carreira e passou a fazer parte de um processo constante de atualização.

 

Outro ponto relevante é que as plataformas digitais também ampliam o alcance das iniciativas educacionais ao reduzir barreiras de acesso. A possibilidade de participar de aulas online elimina limitações geográficas e permite que estudantes de regiões mais afastadas dos grandes centros também acessem conteúdos de qualidade e com especialistas do setor.

 

Além de ampliar o acesso ao conhecimento, iniciativas como essa contribuem para estimular o interesse por tecnologia e inovação em um público cada vez mais diverso. Oferecer cursos gratuitos e acessíveis, ajuda a formar novos talentos e a fortalecer o ecossistema de inovação no país.

 

A democratização do conhecimento, portanto, não está apenas na disponibilidade de informação, mas na criação de oportunidades reais para que mais pessoas possam aprender, experimentar e desenvolver novas competências. Nesse cenário, as plataformas digitais se consolidam como ferramentas essenciais para aproximar educação, tecnologia e desenvolvimento profissional.

 

À medida que essas iniciativas se expandem, o acesso ao conhecimento tende a se tornar cada vez mais amplo — um passo importante para preparar profissionais e estudantes para os desafios e oportunidades do mercado.

 

*Eduardo Conejo é diretor de Inovação na área de Pesquisa e Desenvolvimento da Samsung.

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