O medo nos relacionamentos é uma das dores mais profundas que carregamos, e quem já sentiu o peito apertar diante da ideia de se entregar sabe exatamente do que estou falando.
Na ótica da psicanálise, esse medo raramente é sobre o presente ou sobre a pessoa que está do nosso lado hoje. Ele é, quase sempre, o eco de feridas antigas, de defesas que criamos na infância para nos proteger da rejeição, do abandono ou do excesso de controle.
Amar exige vulnerabilidade, e para o nosso inconsciente, ser vulnerável é um perigo.
Por isso, sem perceber, muitas vezes nos boicotamos: nos afastamos quando o outro se aproxima, arrumamos brigas por motivos banais ou escolhemos parceiros indisponíveis. É a nossa mente tentando nos poupar de uma dor que ela já conheceu lá atrás.
O problema é que esse mecanismo de defesa, que um dia serviu para nos proteger, hoje nos isola e nos impede de viver conexões reais e maduras.
É exatamente nesse ponto que o meu trabalho e o da terapeuta Angélica entram.
Nas nossas sessões de análise, nós não oferecemos fórmulas mágicas ou conselhos superficiais. O nosso papel é estender a mão para que você possa olhar para esses medos de frente, em um espaço seguro e sem julgamentos.
Juntos, nós ajudamos você a traduzir o que o seu inconsciente está tentando dizer através dos seus receios. Investigamos a origem dessas amarras para que você possa, aos poucos, ressignificar o seu passado e desarmar os mecanismos de defesa que já não fazem mais sentido.
O objetivo da análise não é fazer o medo sumir por completo, mas sim fazer com que ele deixe de pilotar a sua vida amorosa.
Se você sente que o medo tem ditado o ritmo das suas relações, saiba que você não precisa carregar esse peso sozinho.
Eu e a Angélica estamos aqui para caminhar ao seu lado nessa jornada de descoberta e libertação.

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