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Câmara aprova seis projetos e mantém o veto em faixa exclusiva para motociclista

  A Câmara de Guarulhos aprovou seis projetos em primeiro turno de votação, na sessão ordinária desta segunda-feira (15/06).  O Veto Total do prefeito Lucas Sanches sobre o PL 172/2024, que propunha a implantação da faixa azul exclusiva para motocicletas nas principais vias de circulação do Município, de autoria dos vereadores de Edmilson Souza (PSOL) e Carlos Veloso (Novo), foi mantido.   Os projetos aprovados, que ainda precisam passar por mais uma etapa de votação, são: PL 102/2026, que altera a composição do Conselho Municipal de Turismo de Guarulhos (Comtur), contido na Lei 7624/2018, e PL 134/2026, que revoga a Lei 7389/2015.  Tal norma dizia respeito a um terreno que seria usado pelo antigo SAAE, que foi vendido à Sabesp. Ambos de autoria da Prefeitura.   Também foram aprovados o Projeto de Emenda à Lei Orgânica 3/2024, alterando o parágrafo único do artigo 107.  A proposta, assinada por vários vereadores, aborda a licença para assuntos particul...

“Literatura deve aproximar Brasil e Portugal”, afirma empresária

 



Lucinda Marques, CEO da editora IMEPH. Foto: Agência Incomparáveis

A celebração do Dia da Comunidade Luso-Brasileira, hoje, dia 22 de abril, é considerada um

momento para “reforçar o papel da literatura como instrumento de ligação entre Brasil e

Portugal, sobretudo, num contexto em que a língua portuguesa se afirma como eixo comum

de cooperação cultural”. É esta a convicção da empresária Lucinda Marques, responsável pela

Editora IMEPH, localizada no Nordeste brasileiro, e que aposta em obras na área da educação,

da alfabetização e da cultura popular brasileira.


Lucinda Marques, enquadra este momento como “estratégico para consolidar projetos

conjuntos no espaço lusófono, com foco na formação de leitores e na circulação de autores

entre os dois países”.


“Este é um tempo de reafirmar que a língua portuguesa nos une e que a literatura é uma

ponte concreta entre Brasil e Portugal, capaz de gerar conhecimento, identidade e

desenvolvimento”, afirmou esta responsável, que lidera uma editora que tem desenvolvido

“iniciativas voltadas para escolas e comunidades, promovendo o acesso ao livro desde a

infância e incentivando a valorização da produção literária local em diálogo com o espaço

internacional”.


De acordo com Lucinda Marques, a cooperação entre editoras, instituições culturais e agentes

educativos dos dois lados do Atlântico tem vindo a ganhar consistência.


“A construção de projetos editoriais conjuntos entre Brasil e Portugal permite ampliar a

circulação de autores e fortalecer a presença da língua portuguesa no mundo”, referiu,

acrescentando que a internacionalização da literatura passa pelo reconhecimento das

identidades regionais.


A participação da IMEPH em eventos literários em território português e em outros países

europeus tem sido apontada como “exemplo dessa articulação”. Segundo esta empresária,

que empreendeu no ramo das letras, estes espaços funcionam como “plataformas de encontro

entre escritores, promovendo intercâmbio cultural e novas parcerias editoriais”.


“Somos uma só língua, com múltiplas expressões culturais, e é essa diversidade que sustenta a

força da lusofonia”, declarou.


No plano estratégico, Lucinda defende que o “investimento na leitura e na educação literária

constitui base para o fortalecimento da comunidade luso-brasileira”, unindo cultura e

experiências.


“A literatura tem uma função social clara, que é formar cidadãos e criar pontes entre

territórios, gerações e realidades distintas”, disse Lucinda Marques, que sublinhou ainda a

relevância do papel feminino no setor cultural, enquadrando-o como parte do processo de

transformação estrutural da área editorial.


“O empreendedorismo feminino na cultura exige coragem para transformar sensibilidade em

estratégia e ampliar a presença das mulheres nos espaços de decisão”, afirmou.

Para Lucinda, no Dia da Comunidade Luso-Brasileira, a mensagem centra-se na continuidade

do trabalho conjunto entre Brasil e Portugal, com a literatura e a língua portuguesa como

elementos estruturantes dessa relação.


“A cooperação cultural é um caminho de longo prazo, que exige compromisso com a

educação, com os autores e com a circulação do livro no espaço lusófono. Falamos a mesma

língua, temos diversas origines culturais e devemos estar prontos a celebrar esse nosso povo,

brasileiro e português, que discorre, pensa, sonha e realiza em língua portuguesa”, finalizou

Lucinda Marques.

Ígor Lopes - Agência Incomparáveis

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