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Ser Host vai muito além de fazer perguntas - Por Claudio R.Palermo

Ser Host vai muito além de fazer perguntas.  É criar conexões, conduzir conversas e gerar experiências memoráveis.  Ao longo da minha trajetória no rádio, podcasts, eventos e apresentações corporativas, percebi que muitos profissionais possuem conhecimento, mas ainda encontram dificuldades para conduzir entrevistas com segurança, naturalidade e presença.  Por isso desenvolvi minha Mentoria para Hosts, um treinamento prático para quem deseja apresentar podcasts, eventos, lives, programas de rádio e entrevistas com mais confiança e profissionalismo.  Durante a mentoria, trabalhamos técnicas de postura, improviso, controle emocional, elaboração de perguntas, escuta ativa e estratégias para criar uma conexão genuína com convidados e audiência.  Um bom host não apenas conduz uma conversa. Ele transforma conteúdo em experiência. Se você deseja elevar seu nível de comunicação e se destacar como apresentador, estou pronto para ajudá-lo nessa jornada. 📲 Informações: (11...

Primeiro Encontro Nacional de Casas dos Açores reuniu líderes associativos em Lisboa

 No âmbito do primeiro Encontro Nacional de Casas dos Açores, realizado no sábado, dia 24,

na Casa dos Açores de Lisboa, o secretário regional dos Assuntos Parlamentares e

Comunidades, Paulo Estêvão, reiterou o compromisso do governo regional com as Casas dos

Açores sediadas em território nacional, sublinhando a importância do reforço da cooperação

e da criação de sinergias entre estas entidades.

A iniciativa, promovida pelo governo açoriano, contou igualmente com a presença do

secretário regional da Agricultura e Alimentação, António Ventura, e do diretor regional das

Comunidades, José Andrade, que mencionou à nossa reportagem que o encontro reuniu,

pela primeira vez, as quatro associações atualmente existentes: Casa dos Açores de Lisboa

(1927), Casa dos Açores do Norte (1980), Casa dos Açores da Madeira (2019) e Casa dos

Açores da Região Centro (2024), bem como duas outras que se encontram em fase de

constituição: a Casa dos Açores do Algarve e a Casa dos Açores do Alentejo.

“A iniciativa visa dois objetivos concretos e imediatos: por um lado, criar uma rede nacional

de Casas dos Açores, que facilite a realização de iniciativas conjuntas e a implementação de

atividades em itinerância (por exemplo, uma exposição sucessivamente apresentada em

todas elas); por outro lado, aproveitar a localização estratégica das Casas dos Açores, que já

preenchem quase todo o território português, para uma verdadeira promoção nacional dos

produtos regionais que se encontram certificados com a Marca Açores”, explicou José

Andrade, que sublinhou ainda que, “desta forma, as Casas dos Açores em território

português reforçam a sua vocação estratégica de promover e valorizar a identidade cultural

e a capacidade económica das nossas ilhas no nosso país”.

Por sua vez, e durante a sua intervenção, Paulo Estêvão destacou que “a criação e

potenciação de encontros da rede nacional das Casas dos Açores permitirá fomentar

sinergias e ampliar a capacidade de projeção e execução das ações que cada uma das casas

desenvolve ao longo do ano”, defendendo uma atuação mais articulada e estratégica entre

as diferentes entidades.

Ainda no seu discurso, Paulo Estêvão voltou a apelar à colaboração das Casas dos Açores na

preparação e planificação das comemorações dos 600 anos da descoberta dos Açores, cuja

organização está a ser desenvolvida pela Secretaria Regional desde 2024 e que serão

assinaladas em 2027.



O responsável governamental valorizou ainda o “enorme apoio” que os Açores estão a

receber de entidades nacionais, da diáspora e de países e regiões com forte presença

açoriana, sublinhando que esse envolvimento resulta do prestígio da Região e das suas

comunidades.

Durante o primeiro Encontro Nacional de Casas dos Açores, foi também realizada uma ação

de formação sobre a Marca Açores, com o objetivo de “capacitar as Casas para a promoção

nacional dos produtos regionais, permitindo aos participantes conhecer as estratégias

associadas à marca e refletir sobre formas de valorização e divulgação dos produtos

açorianos”.


“A este primeiro encontro poderão seguir-se outros em Portugal e este modelo poderá

mesmo ser aplicado também a outros países, como, por exemplo, o Brasil, onde existe o

maior número atual de Casas dos Açores: Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia, Santa Catarina,

Rio Grande do Sul, Maranhão, Espírito Santo e Minas Gerais”, finalizou José Andrade.

Ígor Lopes

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